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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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Créditos

07
Ago12

Crédito aos particulares bate mínimos de sempre

adm

Em Junho, os bancos concederam mais empréstimos, mas a maior parte do dinheiro foi para as grandes empresas.

No mês de Junho, os bancos tornaram-se menos restritivos no que respeita ao financiamento da economia. No total, foram concedidos perto de 4,6 mil milhões de euros em novos empréstimos às empresas e às famílias, segundo dados do Banco de Portugal. Este valor equivale a um acréscimo de 13,23% face ao montante total de novos empréstimos que tinham sido facultados no mês de Maio. É também o valor mais elevado de financiamento desde Março. Contudo, a "abertura dos cordões à bolsa" por parte dos bancos apenas beneficiou as grandes empresas (montantes de crédito acima de 1 milhão de euros). Os restantes segmentos- famílias e pequenas e médias empresas (montantes de crédito até 1 milhão de euros), pelo contrário, viram o total de novos empréstimos cair. No caso das famílias, tratou-se, aliás, do mês em que os bancos lhes emprestaram menos dinheiro.

Do total de empréstimos concedidos em Junho, 4,1 mil milhões de euros destinaram-se às empresas. Isto equivale a uma subida de 17,34%, face aos montantes concedidos em Maio, e de 13,74%, face ao período homólogo. Deste montante, perto de 2,5 mil milhões de euros tiveram como destino as grandes empresas. Face ao mês anterior, este valor corresponde a uma subida de mais de 41% no montante de novo crédito concedido.

Já no que respeita às empresas de menor dimensão, pelo contrário, os novos empréstimos caíram 7,1%, para pouco mais de 1,6 mil milhões de euros. Parte da justificação para a subida dos empréstimos às empresas de maior dimensão poderá relacionar-se com o alívio do custo médio do financiamento. Para esse segmento, os bancos cobraram em Junho um juro médio de 5,06% pelos novos empréstimos, menos 33 pontos base face à taxa de 5,39% que foi aplicada no mês de Maio. Já no caso das pequenas e médias empresas (PME), apesar de também se ter registado um recuo da taxa de juro média, a quebra foi muito menos acentuada. Nesse mês, as PME portuguesas que conseguiram aceder ao financiamento dos bancos pagaram, em média, 7,12%. Esta taxa fica aquém em apenas quatro pontos-base face à taxa cobrada em Maio.

fonte:http://economico.sapo.pt/

06
Ago12

Malparado ultrapassa 14 mil milhões. É quase 6% do total

adm

O crédito malparado voltou a aumentar em junho. Empresas e famílias enfrentam mais dificuldades em pagar as prestações aos bancos e a cobrança duvidosa atingiu um novo recorde, nos 14,37 mil milhões de euros. São já 5,82% do total do crédito concedido.

De acordo com dados do Banco de Portugal conhecidos esta segunda-feira, a maior fatia do malparado (9,54 mil milhões de euros) diz respeito às empresas, que não conseguem pagar 8,66% do total que pediram emprestado. É um novo máximo.

Nas famílias, são 4,83 mil milhões de euros que os bancos não conseguem recuperar, ou seja, o equivalente a 3,53% do total dos empréstimos a particulares. 

Aqui o crédito à habitação é responsável pelo maior montante (2,12 mil milhões de euros) mas, por ser também o segmento responsável por maiores empréstimos, o malparado representa aqui 1,9% do crédito concedido. No crédito ao consumo, o malparado caiu ligeiramente para 10,86% do total concedido e no crédito para outros fins subiu para 10,55%, um novo recorde.

É precisamente no crédito ao consumo que existem mais pessoas em incumprimento: 649 mil portugueses. Já no crédito à habitação, existiam 150 mil portugueses no fim de junho com prestações em atraso. Os empréstimos concedidos a empresários em nome individual também constam desta estatística, com 128 mil a registarem atrasos no pagamento.

Tudo somado, em junho havia 709 mil portugueses com prestações em atraso junto do setor financeiro, um aumento de 1,5% em apenas três meses, e um novo recorde. Do total de portugueses com empréstimos contraídos junto da banca, 15,6% estão em incumprimento.

O Banco de Portugal revela ainda um corte no créditoconcedido às famílias e uma queda dos depósitos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

22
Jul12

Banco de Portugal só aceita entrega de casa para saldar dívida em "último recurso"

adm
Deve ser "uma solução de último recurso" a utilizar respeitando regras rígidas e claras. Apenas neste contexto o Banco de Portugal (BdP) aceita que a entrega de casas possa ser usada para saldar dívidas do crédito à habitação. Caso contrário pode haver uma redução em espiral dos preços dos imóveis.

O supervisor bancário apenas aceita que a entrega de casa possa ser suficiente para liquidar dívidas de crédito à habitação em “último recurso”. Isto porque teme que a generalização desta prática leve “à acumulação maciça na banca de imóveis”, “a um brutal aumento da oferta e a uma redução em espiral dos preços do imobiliário”, refere a apresentação feita esta semana por uma equipa do Banco de Portugal no Parlamento, segundo noticia hoje o “Diário Económico”.


Para o BdP, outra das consequências da generalização desta medida seria a “destruição da riqueza acumulada pelas famílias”. A apresentação do supervisor cita mesmo os casos de países como a Hungriae a Colômbia, em que a banalização da entrega de casas à banca gerou fortes pressões na economia e no sistema financeiro, refere o jornal.

Segunda hipoteca para pagar crédito inicial

Além de criticar uma das medidas que consta das propostas de todos os partidos, no âmbito de preparação de legislação para responder ao crescente incumprimento no crédito à habitação, o Banco de Portugal faz ainda propostas. 

A entidade liderada por Carlos Costa defende que as famílias que pedirem uma moratória quanto à amortização do capital ou também dos juros do crédito à habitação possam fazer uma segunda hipoteca sobre o imóvel. O objectivo desta medida seria “a concessão de um novo empréstimo (…) que alimentará o pagamento das prestações de capital e juros do empréstimo inicial, até ao limite da referida cobertura”.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/h
20
Jul12

Crise faz disparar cartões de crédito

adm

Os bancos concederam, em 2011, mais 811 mil cartões de crédito do que no ano anterior, segundo dados do Banco de Portugal. O uso que as pessoas fazem destes cartões é, no entanto, diferente de antes. 

À boleia da crise, como a concessão de financiamento tem estado a cair consideravelmente, «para além das compras normais que já se faziam anteriormente, estes cartões servem hoje também para suprirnecessidades, como pagar a água ou a luz, que antes eram supridas pelo crédito tradicional», explicou ao «Diário Económico» Filipa Moreira, do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.

Na prática, as pessoas estão a substituir outros créditos, como aquele que é destinado ao consumo, por cartões. Ou seja, entram na mesma na espiral do endividamento e têm de pagar juros que podem chegar aos 28%, para além das anuidades associadas aos cartões. 

A crise está assim a fazer disparar a procura por estes cartões. No total, já há mais de 10,1 milhões cartões concedidos em Portugal. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

19
Jul12

Torneira aperta: bancos dão cada vez menos crédito

adm

O aperto no crédito cresce de mês para mês. A torneira de liquidez dos bancos para empresas e famílias está cada vez mais enferrujada, apesar de os banqueiros dizerem que o setor está preparado para apoiar a economia.

Os empréstimos às empresas estão a cair há oito meses. Segundo os dados do Banco de Portugal, baixaram 412 milhões de euros, de 111.140 milhões em abril para 110.728 milhões em maio.

Nas famílias, o mesmo cenário. O crédito concedido está a baixar há três meses consecutivos. No período em análise, recuou 764 milhões de euros, de 138.285 milhões para 137.521 milhões, menos 3% do que um ano antes.

O maior aperto no crédito verifica-se nos empréstimos para a compra de casa, que apresentam uma descida de 465 milhões de euros, de 112.506 milhões em abril para 112.041 milhões em maio.

Segue-se o crédito ao consumo, com menos 264 milhões de euros em empréstimos, para um total de 14.109 milhões. Mas, em percentagem, a maior quebra verificou-se aqui (-8,6%). 

Por fim, temos o crédito para outros fins, também com uma redução, mas de 35 milhões, para 11.371 milhões de euros.

O Banco de Portugal divulgou também esta quinta-feira dados sobre o malparado: nas famílias caiu, mas nas empresas bateu um novo recorde, embora os empréstimos estejam a cair.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

18
Jul12

Ser fiador é a terceira causa de sobreendividamento em Portugal

adm

Os portugueses que aceitam ser fiadores já estão em terceiro lugar na lista dos mais sobreendividados, a seguir aos desempregados e aos que sofrem cortes salariais, segundo dados da Deco.

Dos 2.648 processos de sobreendividamento que chegaram à Deco nos primeiros seis meses deste ano, cerca de 14 por cento foram de pessoas que afiançaram familiares ou amigos, tomando sobre si a responsabilidade de pagar as dívidas destes em caso de incumprimento, e que agora estão também em situação de sobreendividamento.

«Assistimos todos os dias à degradação da vida económica das famílias. Estamos a atingir estados de pobreza incalculáveis e isso é terrível porque estão-se a arrastar familiares, geralmente os pais, para essa situação», disse o secretário-geral da associãção, Jorge Morgado, citado pela Lusa.

A principal razão do sobreendividamento é o desemprego, que representava em junho 33 por cento dos casos enviados à DECO, seguida da deterioração das condições laborais (cortes salariais e não pagamento de horas extraordinárias e comissões) que atingiu os 26 por cento.

Em terceiro lugar na lista surgem «outras causas», que incluem a fiança e a penhoras, mas esta última está relacionada com a fiança, que por sua vez está diretamente relacionada com o desemprego dos devedores, que ativa as obrigações dos fiadores.

«A situação é de verdadeiro desespero», afirmou a coordenadora do gabinete de apoio ao sobreendividado da DECO, Natália Nunes, explicando que muitos daqueles devedores são já desempregados de longa duração à beira de perder o subsídio de desemprego ou outros apoios sociais.

«Muitos não têm qualquer perspetiva de emprego e os pais reformados, e fiadores, não vão receber este ano os subsídios de férias e natal. É muito complicado», defendeu Natália Nunes.

Recentemente o governo criou um o grupo de trabalho para elaborar uma nova legislação para o crédito à habitação que equilibre as relações entre os consumidores e a banca.

Estimativas da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), divulgados terça feira, revelam que cerca de 3.300 imóveis foram entregues em dação em pagamento por famílias e por promotores imobiliários no primeiro semestre deste ano, uma média de 18 casas por dia.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

17
Jul12

Juros no crédito à habitação renovam mínimos

adm

Taxas interbancárias voltaram a descer em todos os prazos, uma boa notícia para quem está a pagar a casa ao banco.

Há oito sessões consecutivas que as Euribor renovam mínimos históricos. A Euribor a seis meses, que é a mais usada no cálculo dos juros no crédito à habitação em Portugal, diminuiu hoje para 0,754%. No mesmo sentido, o prazo a doze meses recuou para 1,044%.

Também a Euribor a três meses, que serve de indicador do apetite por risco da banca, além de influenciar os juros dos certificados de aforro e o custo de financiamento de muitas empresas, recuou para 0,470%.

Na véspera do Banco Central Europeu ter descido a taxa de juro de referência em 25 pontos base, para o valor mais baixo de sempre: 0,75%, as Euribor atingiram o valor mínimo histórico e desde esse dia que têm vindo a renovar mínimos.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de bancos está disposto a emprestar dinheiro no mercado interbancário.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

13
Jul12

Fiador é o novo sobreendividado

adm

A DECO propôs esta sexta-feira aos deputados, no parlamento, que as propostas com vista a proteger as famílias sobreendividadas sejam estendidas aos fiadores, que representam 13% dos que recorrem à Associação para a Defesa do Consumidor.

«O fiador é a nova figura do sobreendividado que tem aparecido na DECO, 13 por cento dos processos de sobreendividamento [na associação] dizem respeito a fiadores», disse a jurista Ana Tapadinhas da DECO, perante os deputados do grupo de trabalho parlamentar dedicado aos contratos de crédito à habitação.

A também coordenadora do Departamento de Estudos e Apoio ao Consumidor da DECO defendeu, por esse motivo, que «os benefícios das medidas [que estão a ser avaliadas] devem ser extensíveis aos fiadores sobreendividados».

Segundo a DECO, há alguns anos era fácil um familiar ou amigo aceitar ficar como garante do pagamento de um empréstimo sem pensar nas implicações futuras. Para que no futuro os fiadores fiquem mais conscienciosos, a associação defende que tenham acesso à mesma informação contratual dada a quem pede o crédito, nomeadamente que lhes seja entregue pelo banco a Ficha de Informação Normalizada (FIN).

Os partidos com assento parlamentar apresentaram 18 propostas de alterações aos contratos de crédito à habitação, cujo objetivo genérico é proteger as famílias mais carenciadas, nomeadamente as que têm elementos desempregados. Entre estas propostas constam o não agravamento do spread [margem de lucro do banco] em caso de desemprego ou divórcio ou novas regras para a entrega da casa ao banco para saldar as dívidas.

O grupo de trabalho parlamentar criado pretende chegar um texto de consenso, objetivo para o qual têm realizado várias audições. Depois da Associação Portuguesa de Bancos (APB) e dos técnicos do Banco de Portugal (numa audição à porta fechada), hoje está a ser ouvida a DECO.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

09
Jul12

Bancos cortam para metade financiamento às famílias

adm
Novas operações de empréstimo à economia continuam a diminuir. Financiamento às famílias está a metade dos níveis de há um ano.

De acordo com os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal, os bancos nacionais emprestaram 4.052 milhões de euros à economia nacional em Maio, menos 17% do que no período homólogo e menos 6% do que no mês anterior. Este valor é mesmo o segundo mais baixo de sempre, apenas superado pelos 3.965 milhões emprestados em Fevereiro passado.

O principal afectado por esta redução do financiamento por parte da banca são as famílias. Reflectindo não só as condições mais restritivas de concessão de crédito, mas também a menor procura de financiamento por parte das famílias, as novas operações de empréstimo a particulares foram de apenas 552 milhões de euros em Maio, praticamente metade dos níveis registados há um ano.

No caso das empresas, o financiamento também está a diminuir, embora menos do que no caso dos particulares. Em Maio, os bancos nacionais emprestaram 3.500 milhões de euros, menos 8% do no período homólogo. 

fonte:http://economia.publico.pt

03
Jul12

Recuperação de crédito: setor só reavê 16% do total

adm

As empresas de recuperação de crédito só conseguiram reaver pouco mais de 620 milhões de euros em 2011. O valor representa uma subida de 15% face a 2010, mas é apenas 16% do total que os clientes, sobretudo do setor financeiro, lhes pediram para recuperar. A maioria das dívidas é devolvida às financeiras por cobrar.

Segundo a Associação Portuguesa das Empresa da Recuperação Extrajudicial de Crédito (APERC), foram entregues às suas associadas mais de 3,85 mil milhões de euros em dívidas para recuperarem, mais 30% que em 2010. De ano para ano, o valor tem aumentado cerca de 900 milhões.

Só que a recuperação «não acompanha esse crescimento exponencial dos montantes sob gestão», explicou o diretor executivo da associação, António Gaspar, à Agência Financeira. «Com a crise, o aumento do desemprego e das despesas e os cortes nos rendimentos, as pessoas não conseguem pagar as prestações dos créditos. Como não têm dinheiro, há cada vez mais dívidas e malparado, mas também é cada vez mais difícil a sua recuperação».

Bancos assumem perdas

Dos quase 3 milhões de processos que chegaram às mãos destas empresas, quase 1,9 milhões foram resolvidos com sucesso. Mas o número de processos não é proporcional à dívida. E ainda que os processos devolvidos aos bancos sem solução não sejam a maioria, representam o grosso da dívida.

«Uma vez devolvidos aos bancos, podem acontecer duas coisas: ou o banco acha que vale a pena ir para tribunal e executa, ou usa as provisões para cobrir essa perda e retira o malparado do balanço no fecho de trimestre», explica António Gaspar.

Ou seja, na maioria dos casos, os bancos nunca mais recuperam o dinheiro. Segundo o responsável, à exceção do crédito à habitação, em que o próprio imóvel serve de garantia e pode ser penhorado, é muito difícil aos bancos recuperarem os montantes em dívida. «Especialmente no crédito ao consumo e para outros fins. Porque não há nenhuma garantia, nenhum bem. Muitas vezes nem há salário para penhorar, como no caso dos trabalhadores por conta própria, nem há outros bens. Sai mais barato aos bancos assumir a perda do que arrastar o processo e pagar as despesas».

Os writte offs (assim se chama ao processo de limpeza do malparado dos balanços, cobrindo-o com provisões) são mais frequentes sobretudo no final de cada ano e em 2011 castigaram bastante as contas dos bancos nacionais.

Fundos estrangeiros compram carteiras de créditos vencidos

Um dos destinos cada vez mais frequentes destas carteiras de crédito vencido é a venda, a empresas de recuperação de crédito ou a fundos. E «o interesse dos fundos, sobretudo estrangeiros, nestas carteiras, é cada vez maior».

«Veem-se muitos fundos suecos, ingleses, até alemães interessados e a comprar carteiras de crédito vencido em Portugal e sobretudo em Espanha, onde o mercado tem uma dimensão maior. E não são carteiras pequenas, estamos a falar de valores de 500 e até mil milhões de euros», assegura.

Estes fundos fazem uma primeira avaliação da carteira, analisando uma amostra aleatória, e oferecem um preço que raramente vai acima dos 8 a 10% do valor facial. Ou seja, se a carteira em causa tiver 500 milhões de euros por recuperar, os fundos não pagam mais que 8 a 10% desse valor, porque sabem que a maior parte do montante não será passível de recuperação.

Nem só da banca vivem estas empresas

Mas nem só do setor financeiro vive a recuperação de crédito. Embora represente o grosso do negócio, algumas das associadas da APERC começam a voltar-se para outros setores, onde a recuperação do crédito «é menos exigente e as retribuições são mais generosas, com menos encargos».

Empresas da restauração, grande distribuição, telecomunicações, hotelaria, health clubs e spas, gestão de condomínios e até hospitais. «Algumas já estão a recuperar taxas moderadoras em dívida há algum tempo, apesar de só agora o tema chegar aos jornais», explica.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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