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Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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07
Set14

Há menos 10 mil famílias a falhar crédito ao consumo

adm

No final de junho deste ano, eram ainda 604 475 as famílias que não conseguiam pagar o empréstimo para o consumo. É o mesmo que dizer que, neste período, quase 17 em cada 100 famílias deixaram vencer o crédito ao consumo - isto é, não pagaram aos bancos durante mais de 90 dias.

Mas os números do Banco de Portugal mostram que o número de famílias em incumprimento neste tipo de empréstimos baixou. De acordo com os últimos dados divulgados pela Central de Responsabilidade de Crédito, entre março e junho deste ano, houve menos 10 mil famílias a falharem o pagamento da prestação do crédito ao consumo. Assim, no segundo trimestre, houve 115 portugueses por dia que deixaram de estar em incumprimento.

A diminuição destes números pode, porém, ter uma razão que não representa um eventual alívio das famílias. "Não sabemos quantos desses são novos créditos, se houve mais incumprimentos neste período ou quantos casos saíram do stock dos créditos em incumprimento. Estes números podem, simplesmente, significar que se resolveram mais casos em tribunal", ressalva Filipe Garcia, economista da consultora Informação de Mercados Financeiros.

Ainda assim, a Associação de Instituições de Crédito Especializado dá conta de uma diminuição dos montantes em incumprimento entre as suas associadas. "Os nossos associados têm experimentado um aumento da concessão de crédito nos últimos meses. A economia está a dar sinais de retoma e a confiança dos portugueses acompanha esta tendência, o que leva a que as decisões de compra, que tinham sido retardadas por receio de dificuldades previsíveis, comecem agora a acontecer", justifica António Menezes Rodrigues, presidente da associação.

Por outro lado, acrescenta, "a diminuição do desemprego e a reorganização das finanças pessoais levaram a um aumento do rendimento disponível, diminuindo o número de famílias em dificuldade para fazer face às suas obrigações".

Por outro lado, acrescenta, "a diminuição do desemprego e a reorganização das finanças pessoais levaram a um aumento do rendimento disponível, diminuindo o número de famílias em dificuldade para fazer face às suas obrigações".

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/e

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