Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013
Banca continua de mão fechada na concessão de crédito

Critérios de concessão deverão manter-se apertados este ano tanto para as famílias, como para empresas. No entanto, dois dos bancos a operar em Portugal admitem já algum alívio para as Pequenas e Médias Empresas.


Os bancos aumentaram os juros para os empréstimos de maior risco. No caso das empresas, estão a exigir mais garantias. São dados do Banco de Portugal referentes aos últimos três meses de 2012.

Os critérios para a aprovação de empréstimos permaneceram inalterados nos últimos meses de 2012 e, nalguns casos, até pioraram.

É uma consequência do agravamento das expectativas sobre a economia, as dificuldades cada vez maiores dos consumidores em pagarem as dívidas, o agravamento do “spread” - os juros cobrados pela banca - nos créditos de maior risco e o aumento das garantias exigidas às empresas.

Estão a diminuir os empréstimos de longo prazo, enquanto os de curto prazo registaram um ligeiro aumento.

Para os primeiros três meses deste ano os bancos portugueses inquiridos, os cinco maiores a operarem no mercado, não esperam alterações neste cenário.

Os critérios de concessão deverão manter-se apertados, para as famílias e empresas. No entanto, dois bancos admitem já algum alívio para as Pequenas e Médias Empresas.

Do lado da procura, deverão continuar a diminuir os pedidos de empréstimo para compra de casa. No crédito ao consumo é esperada uma estabilização.

fonte:http://rr.sapo.pt/in




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Quarta-feira, 25 de Julho de 2012
Bancos voltam a apertar acesso ao crédito

Os critérios da banca para a concessão de empréstimos tornaram-se «ligeiramente mais restritivos» no segundo trimestre deste ano, segundo o inquérito aos bancos sobre o mercado de crédito divulgado pelo Banco de Portugal (BdP).

Segundo o inquérito, feito a cinco grupos bancários portugueses, os motivos para restringir a concessão de crédito tanto a empresas como particulares são os mesmos do trimestre anterior: uma «perceção menos favorável do risco», o «aumento dos custos de financiamento» do setor bancário e «restrições de balanço» impostas pelo processo de desalavancagem em curso.

Desta forma, de abril a junho, os bancos aplicaram «condições contratuais mais exigentes», entre as quais spreads mais elevados, mas também outros parâmetros, como a redução da maturidade (prazo) dos empréstimos

Os bancos oferecem menos crédito, mas também detetam «uma diminuição da procura», sobretudo entre os particulares, tanto no segmento de habitação como no de consumo.

A escassez de crédito («credit crunch») tem sido uma preocupação do Governo e da troika. Nos relatórios das instituições internacionais à quarta revisão do memorando de entendimento com Portugal, a troika considerava que não há ainda problemas de escassez de crédito em Portugal - mas «alguns setores», e especialmente as pequenas e médias empresas, têm sentido dificuldades para se financiar, escreve a Lusa.

O inquérito aos bancos sobre o mercado de crédito é uma publicação trimestral do BdP com os resultados de um inquérito aos cinco principais grupos bancários portugueses.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e



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Domingo, 27 de Maio de 2012
Bancos vão intensificar vendas de crédito este ano

Os bancos portugueses devem aumentar a venda de créditos face ao crescente interesse dos investidores, de acordo com a PwC.

A consultora que estima que as instituições europeias vão vender 50 mil milhões de euros, nestas carteiras só este ano.

Segundo o estudo, apesar de as transacções destes activos dos bancos já se ter vindo a intensificar, a venda dessas carteiras de crédito vai continuar por muitos anos.

A necessidade de os bancos europeus iniciarem o processo de desalavancagem (desendividamento) vai levar, segundo o estudo, a que os bancos vendam carteiras de crédito no valor de 50 mil milhões de euros este ano (acima dos 30 mil milhões de 2011) e 500 mil milhões entre cinco a 10 anos.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Terça-feira, 15 de Maio de 2012
Saiba como os bancos vão avaliar se é um cliente de risco

Bancos vão passar a controlar salários em atraso e processos judiciais, entre outros.

Os bancos terão de passar a detectar precocemente situações de clientes em dificuldades financeiras, numa óptica de gestão do risco interno da instituição mas também para efeitos de actuação preventiva de incumprimento por parte desses clientes. Subjacente a essa avaliação estará um conjunto de indicadores que os bancos passarão a incluir numa análise contínua. Assim, se tem um crédito bancário ou pretende contratar um, situações como a devolução e inibição do uso de cheques, dívidas ao fisco e segurança social, participação em processos judiciais e situações litigiosas ou a ausência de documentos contabilísticos há mais de 18 meses colocá-lo-ão numa lista bancária de clientes em dificuldades financeiras.

O leque de indícios que permitirão aos bancos aferir das condições financeiras dos clientes constam de uma nova instrução do Banco de Portugal, a ser publicada dia 15 de Maio, que obrigará os bancos a registarem nos sistemas de informação todo o crédito que tenha sido reestruturado por dificuldades financeiras do cliente. A reestruturação de créditos tem sido, principalmente no último ano, a solução encontrada por bancos e clientes para mitigar situações de incumprimento e, em muitos casos, a respectiva penhora de bens. Uma solução que inclui o alargamento do prazo da dívida, períodos de carência, diferimento de capital, entre outras.

Tanto o regulador nacional, como a própria ‘troika', têm dedicado recentemente especial atenção a este tema. Do ponto de vista das instituições de crédito, o alargamento dos indicadores da avaliação financeira dos clientes permitirá o reforço dos mecanismos de gestão de risco dos bancos, e permitirá ao Banco de Portugal exercer de forma mais eficiente a supervisão prudencial. Mas a medida terá igualmente impacto na relação com o cliente.

A lista de indicadores agora publicada oferece fortes indícios de como os bancos farão a detecção precoce de situações de risco de incumprimento, uma medida que se encontra também a ser preparada pelo Banco de Portugal. Um novo regime jurídico que obrigará os bancos a contactar os clientes identificados como oferecendo risco para a instituição e à rápida apresentação de soluções por parte do banco para prevenir o incumprimento. Ou seja, mesmo que não tenha falhado nenhuma prestação até à data, é possível que venha ser contactado se incorrer em alguns dos indicadores apresentados. A saber: incumprimentos registados na Central de Responsabilidades de Crédito, degradação acentuada da classificação interna de risco do banco, activação de garantias bancárias, falência, insolvência, salários em atraso, penhora de contas bancárias, alteração ao pacto social com impacto na capacidade de gestão, violação de contratos celebrados com a instituição, além das já referidas anteriormente. Além disso, num momento em que as instituições estão mais atentas do que nunca ao nível de risco dos clientes, é possível que esta nova forma de avaliação venha a pressionar ainda mais a capacidade dos clientes, principalmente empresas, acederem ao crédito.

Crédito reestruturado aumentará imparidades dos bancos
Os bancos terão de passar a registar nos respectivos sistemas de informação todo o crédito que tenha sido reestruturado por dificuldades financeiras do cliente. De acordo com o Banco de Portugal, cuja instrução será publicada a 15 de Maio, produzindo efeitos a partir desse dia, este nova forma de registo terá efeito, entre outros, na determinação de imparidades dos bancos. No entanto, de acordo com fonte do mercado, não é ainda líquido que este aumento de imparidades obrigue a um reforço de provisões por parte dos bancos que, em última análise, seria repercutido
nos resultados das instituições. Na linha da frente no que toca ao registo do crédito reestruturado por dificuldades financeiras do cliente estarão
os 50 maiores dos clientes (grupos) dos bancos, bem como as empresas de promoção imobiliária e de construção civil, cujo registo terá de estar concluído até 31 de Julho de 2012. Até final de Setembro as instituições deverão ter a identificação dos restantes créditos reestruturados concluída. O reforço do controlo dos mecanismos de gestão de risco, bem como da supervisão prudencial tem sido uma preocupação do regulador, principalmente desde a entrada da ‘troika' no país, que já no final de 2012 introduziu o indicador de crédito em risco, onde aliás já está incluído o crédito reestruturado.

fonte:http://economico.sapo.pt/n



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Quinta-feira, 26 de Abril de 2012
Bancos prevêem subida da procura de crédito pelas PME

Os bancos portugueses antecipam uma recuperação ligeira dos pedidos de empréstimos pelas pequenas e médias empresas.

Para o próximo trimestre, a generalidade dos bancos incluídos no inquérito trimestral sobre o mercado de crédito antecipa uma recuperação ligeira da procura de crédito por parte de pequenas e médias empresas (PME).

"As expectativas dos bancos inquiridos permitem antever um ligeiro acréscimo na procura de empréstimos por parte de PME e de empréstimos de curto prazo ao longo do segundo trimestre", refere o inquérito do Banco de Portugal.

Este poderá ser um pequeno sinal de melhoria do tecido empresarial português. Recorde-se que a procura de financiamento quer de empresas, quer de particulares têm caído significativamente desde o surgimento da crise da dívida soberana.

No caso das empresas, essa quebra da procura deve-se, entre outros factores, a uma redução das necessidades de financiamento para investimento. No caso dos particulares, a diminuição da confiança dos consumidores, a redução de despesas de consumo de bens duradouros e a deterioração das perspectivas para o mercado de habitação são os factores apontados pelos bancos para explicar a redução da procura de crédito das famílias.

Apesar da antecipação do aumento ligeiro da procura de crédito por parte das PME, os outros segmentos da economia não deverão sentir o mesmo efeito. Segundo as informações do inquérito do banco de Portugal, hoje divulgado, o sector financeiro perspectiva para o próximo trimestre uma "redução da procura de empréstimos para habitação". Já para o segmento empresarial (excluindo as PME), os bancos estimam que não haja alterações significativas na procura de empréstimos.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/


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Terça-feira, 10 de Janeiro de 2012
Bancos secam crédito às famílias

O crédito concedido às famílias caiu para os valores mais baixos desde 2003 – ano a que remonta a série do Banco de Portugal –, atingindo em Novembro os 678 milhões de euros, dos quais 230 milhões para a compra de habitação e 189 milhões para consumo. Trata-se de metade do valor disponibilizado um ano antes, quando foram emprestados aos particulares 1327 milhões de euros, segundo os dados divulgados ontem pelo Banco de Portugal.

 

São mínimos históricos que reflectem a estratégia dos bancos de aumentar os spreads cobrados – que ao nível do crédito à habitação já estão nos oito por cento – e que se conjugam com as dificuldades financeiras das famílias.

É neste contexto que as estatísticas do Banco de Portugal também mostram um aumento do crédito malparado nos empréstimos à habitação, que em Novembro de 2011 atingia o valor mais elevado desde 2003: 2145 milhões de euros. Tal como os calotes no crédito ao consumo, com 1487 milhões de euros em falta.

A tendência de diminuição na concessão de créditos às famílias agrava--se a partir de Junho, depois de se conhecer em detalhe as exigências de austeridade da troika e as regras impostas à banca em termos de rácios de capital .

Até Novembro de 2011, foram concedidos créditos à habitação no valor de 4564 milhões de euros, que comparam com os 9261 milhões de euros concedidos no mesmo período de 2010: ou seja, menos 4697 milhões de euros.

A partir de Setembro do ano passado, o valor dos créditos para outros fins (destinados às despesas com educação e saúde, por exemplo) ultrapassou o destinado à compra de habitação. Em Novembro último, foram concedidos pelos bancos empréstimos no valor de 259 milhões de euros, ou seja, mais 29 milhões de euros do que o crédito para a compra de habitação.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/




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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011
Bancos cortam crédito a famílias

Nunca os bancos deram tão pouco financiamento às famílias portuguesas. A torneira do "crédito fácil", como alguns banqueiros lhe chamaram, fechou e os novos emprésti-mos aos particulares tocam agora valores que não se viam desde 2003.

 

Os números ontem divulgados pelo Banco de Portugal (BdP) mostram que, em Setembro, as instituições financeiras concederam apenas 764 milhões de euros em crédito novo. Quando comparado com os 1420 milhões dados no mesmo mês de 2010, os empréstimos a particulares caíram para quase metade (-46,2%).

A habitação foi o segmento mais castigado, já que o corte nos novos empréstimos representa quase um terço do total concedido. Segundo os números do Banco de Portugal, os bancos emprestaram apenas 281 milhões de euros em Setembro contra os 813 concedidos no ano anterior. No consumo, os novos empréstimos ascenderam a 223 milhões e no financiamento para outros fins cifrou-se em 260 milhões. São menos 93 e 31 milhões, respectivamente, em cada um destes segmentos em comparação com 2010.

Para Luís Lima, presidente da APEMIP, a associação que representa os mediadores imobiliários, os números não surpreendem dada a actual conjuntura económica. E alguns responsáveis do sector financeiro admitem mesmo que a tendência será chegar a um ‘patamar zero’ de crédito novo até ao fim de 2011.

Nas empresas, o comportamento dos bancos foi distinto em função dos montantes financiados. Se nos créditos inferiores a um milhão de euros houve uma desaceleração de 108 milhões face aos empréstimos de Setembro de 2010, nos créditos acima desta fasquia houve um aumento de 382 milhões. No primeiro caso os novos financiamentos atingiram os 1764 milhões e no segundo ascenderam a 1963 milhões.

MENOS DEPÓSITOS A ENTRAR NOS COFRES DA BANCA

A dificuldade das famílias em poupar alguns euros já se começa a sentir, fruto da diminuição do rendimento disponível. Os números do Banco de Portugal mostram que a crise está a levar a um abrandamento dos novos depósitos, ainda que os juros pagos tenham atingido os 4%.

Em Setembro, as famílias depositaram 9893 milhões de euros nas instituições financeiras, o que representa um recuo de 1228 milhões relativamente aos novos depósitos realizados durante o mês de Agosto.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/



publicado por adm às 23:23
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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011
Banca sobe comissões a clientes que falham prestações

A análise aos preçários dos bancos, desde o pedido de ajuda externa, mostra que as comissões nestes dois segmentos estão a subir.

O aumento de comissões por parte da banca não é recente. Mas nos últimos meses, os cinco maiores bancos agravaram os aumentos e concentraram atenções em dois segmentos específicos: as comissões relacionadas com o crédito à habitação, nomeadamente as comissões iniciais cobradas independentemente da concessão do crédito; e as comissões que advêm do incumprimento bancário, como o atraso no pagamento de prestações, incluindo cartões de crédito.

"Estão a aumentar nesses segmentos porque são os segmentos onde o podem fazer. Porque são os clientes que não têm outra alternativa senão pagar. Estão numa posição de sujeição. Um cliente incumpridor o que é que pode fazer senão pagar a multa?", diz Filipe Garcia, presidente da IMF. E acrescenta: "Os bancos querem preservar os clientes que sejam verdadeiramente interessantes. O crédito à habitação não lhes interessa muito e os clientes que estão em incumprimento não contribuem para o financiamento dos bancos. São clientes que não interessam. A selecção dos negócios também se faz dessa forma".

Desde Abril, mês do pedido de resgate internacional, todos os cinco maiores bancos aumentaram comissões relativas ao incumprimento dos clientes. As comissões que recaem sobre atrasos no pagamento de prestações de crédito subiram cerca de cinco euros. Por exemplo, no caso do BCP esta comissão aumentou de 25 para 30 euros e no BES de 20 para 25 euros. No Santander o não pagamento até à data limite dos cartões de crédito passou de isenta para 9,62 euros e na CGD passou de 9,62 euros para 12 euros; o BPI aumentou a comissão por encargos de cobrança de dez para 15 euros. Também as comissões preventivas de incumprimento sofreram agravamentos: as garantias e avales reconhecidas notorialmente subiram de 31,37 para 75 euros no Santander; enquanto no BES a comissão garantia e aval bancário passou de um mínimo de 180 euros para 200 euros. 

fonte:http://economico.sapo.pt/


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publicado por adm às 23:10
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Quinta-feira, 28 de Julho de 2011
Banca aumenta comissões em empréstimos mais curtos

Banco de Portugal divulgou o inquérito aos bancos nacionais sobre o mercado de crédito, realizado em Julho deste ano, onde o sector assume uma maior restritividade da política deconcessão de crédito, relacionada “com um aumento do custo de capital e restrições de balanço dos bancos, bem como com uma avaliação menos favorável dos riscos apercebidos pelas instituições, evidenciando-se a deterioração das expectativas relativas à actividade económica em geral”.

Esta alteração, revela o inquérito, traduziu-se no aumento dos spreads aplicados, especialmente nos empréstimos de maior risco, mas também no agravamento de outras condições contratuais para além das taxas de juro. Aqui, incluiu-se a redução da maturidade e do montante dos empréstimos concedidos, o aumento das comissões e outros encargos, assim como das garantias exigidas.

Entre Abril e Junho deste ano, além da restritividade na concessão de crédito, também a procura registou um abrandamento.

Para o terceiro trimestre de 2011, os bancos inquiridos antecipam a aplicação de critérios ainda mais restritivos na concessão de empréstimos a empresas e particulares.

“No segmento empresarial, todas as instituições antecipam a aplicação de critérios de concessão de empréstimos ou linhas de crédito a empresas mais restritivos, tendo duas instituições reportado expectativas de um agravamento considerável dos mesmos”


Os empréstimos com maturidades mais longas e o segmento das grandes empresas serão os mais penalizados.

Neste inquérito, o Banco de Portugal também quis avaliar o impacto da nova regulamentação de capital, no contexto do Acordo de Basileia III ou de alterações regulamentares impostas a nível nacional, sobre a política de crédito dos bancos na área do euro.

De acordo com os resultados obtidos, nos últimos seis meses ter-se-á verificado, em termos médios, uma ligeira diminuição dos activos ponderados pelo risco e um aumento dos fundos próprios.

Esta nova regulamentação terá contribuído para a prática de critérios de concessão de crédito ao sector privado não financeiro mais restritivos. Estas tendências deverão persistir nos próximos seis meses e no decurso de 2012.

fonte:http://www.ionline.pt/



publicado por adm às 22:19
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Quarta-feira, 27 de Julho de 2011
10 dicas para fintar comissões bancárias

Os serviços bancários implicam custos: comissões bancárias, taxas, entre outros nomes significam alguns euros a menos na conta. Para conseguir reduzir ou eliminar alguns desses custos ficam as sugestões.  

1 - Banca ‘on-line’: As operações através da banca electrónica são, por norma, mais baratas do que se feitas ao balcão ou através da banca telefónica. Em alguns casos, as operações através da Internet são mesmo gratuitas.  

2 - Conta ordenado: Uma das vantagens é que, neste tipo de solução – em que o ordenado é depositado na mesma conta todos os meses – é a não cobrança de comissão de gestão de conta.  

3 - Conta especial: Estudantes, jovens, pensionistas ou emigrantes. Quase todos podem ter contas especiais com vantagens e encargos diferentes. Em muitos casos, os custos são bastante inferiores aos das outras contas comuns.  

4 - Multibanco: As operações realizadas através das caixas automáticas têm encargos mais leves do que as operações realizadas ao balcão do banco. Em alguns casos são mesmo gratuitas.  

5 - Bancos “virtuais”: Estes bancos, por não terem balcões físicos, conseguem poupar nos custos e oferecer melhores preços. São ideais para quem lida bem com novas tecnologias.  

6 - Cheques: Requisitar um livro de cheques através da Internet ou nas caixas automáticas próprias do banco permite uma poupança ainda considerável.  

7 - Transferências: Também nestes casos a Internet é o melhor local para realizar estas operações. Alguns bancos não cobram qualquer custo pela realização das transferências ‘on-line’.  

8 - Extracto bancário: Se costuma consultar muitas vezes os movimentos da sua conta, o melhor é ir arquivando, uma vez que pedir uma segunda via no balcão sai caro. Na Internet, pode sempre consultar sem custos.  

9 - Cartões sem anuidade: Verifique todas as propostas do banco e talvez encontre um cartão com uma anuidade reduzida ou mesmo nula.  

10 - Consolidar: Ao ter os produtos todos no mesmo banco, em princípio, pagará menos pelos serviços, além de o banco oferecer melhores taxas no crédito.  

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



publicado por adm às 22:32
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