Sexta-feira, 21 de Setembro de 2012
Juros dos cartões de crédito cada vez mais próximos de 40%

O Banco de Portugal vai permitir às instituições de crédito que cobrem taxas de juro até 37,3% pelos cartões de crédito já no quarto trimestre deste ano.

O regulador divulgou esta quinta-feira as taxas máximas que podem ser cobradas nos vários segmentos de crédito ao consumo para os últimos três meses de 2012. Os cartões têm as taxas mais altas. Em apenas cinco anos (o Banco de Portugal só começou a fixar limites em 2008) a taxa passou de 32,8 para 37,3%.

O aumento das taxas reflete não só o aumento dos custos de financiamento dos bancos e outras instituições de crédito, mas também o risco. E a verdade é que o malparado no crédito ao consumo em Portugal atinge 11% do concedido.

Nos créditos pessoais, o Banco de Portugal fixou o limite das taxas de juro cobradas nos 21,1 %, ao passo que nos empréstimos destinados a educação, saúde, energias renováveis e locação financeira de equipamentos, as taxas só podem ir até aos 7,2 %.

As taxas aumentam para todos os tipos de crédito ao consumo.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



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Quarta-feira, 25 de Julho de 2012
Há 9,3 milhões de cartões de crédito em Portugal

Existem cada vez mais cartões de crédito ativos em Portugal. De acordo com dados do Banco de Portugal divulgados esta quarta-feira, em 2011 eram 9,3 milhões. Só no ano passado, os bancos emitiram mais 824.916 cartões do que em 2010.

A estes 9,3 somam-se os 10 milhões de cartões de débito também em circulação - menos 400 mil que em 2010.

No total, são 19,3 milhões de cartões ativos (juntando os de débito e crédito).

O número de terminais (caixas e terminais de pagamento automático) baixou de 293 mil para os 288 mil. 

Segundo o Banco de Portugal, os instrumentos de pagamento eletrónico têm vindo a substituir os instrumentos de pagamento em suporte papel, com o recurso a cheques a diminuir 16,7%.

Em 2011 foram processadas diariamente pela rede Multibanco cerca de 4,6 milhões de operações, num total de 243 milhões de euros. As transações mais correntes foram as compras (42,6%), levantamentos nacionais (24,3%) e pagamentos de baixo valor (17%).

O banco central destaca «o acentuado crescimento das compras realizadas em território nacional com cartões estrangeiros (mais 13,1% em quantidade e mais 12,3% em valor)».

Também as compras realizadas no estrangeiro com cartões de pagamento portugueses subiram em 2011, quer em quantidade (12,4%) quer em valor (5,8%).

fonte:;http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Sexta-feira, 20 de Julho de 2012
Já há tantos cartões de crédito em Portugal como portugueses
A crise fez disparar a procura e uso de cartões de crédito para despesas básicas. Só no último ano os bancos concederam mais 811 mil cartões aos clientes. A diferença é que agora são também utilizados para pagar despesas básicas, como a água, luz ou gás.

Ao contrário da tendência observada em 2009 e 2010, quando houve registo de uma diminuição do número de cartões de crédito em Portugal, em 2011 o valor voltou a crescer, segundo dados do Banco de Portugal avançados pelo Diário Económico.

A falta de acesso ao crédito pode ser uma das justificações para os clientes recorrerem a esta forma de pagamento que, contudo, tem juros médios de 28%, além da anuidade do cartão. Ao todo já são 10,1 milhões de cartões deste tipo em todo o país.

“As pessoas estão a pedir mais cartões de crédito porque o crédito em geral tem diminuído substancialmente. E isto significa que, além das compras normais que já se faziam anteriormente, estes cartões servem hoje também para suprir necessidades, como pagar a água ou a luz, que antes eram supridas pelo crédito tradicional”, explicou ao Diário Económico Filipa Moreira, do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, que recordou que os restantes segmentos de crédito às empresas e para consumo foram muito reduzidos.

Nesta sexta-feira o Banco de Portugal divulgou dados que mostram precisamente que o crédito concedido pela banca portuguesa aos particulares encolheu em Maio pelo nono mês consecutivo, com uma redução particularmente significativa no crédito ao consumo. 

No boletim estatístico deste organismo, citado pela Lusa, verifica-se que, em Maio, o volume total de crédito a particulares atingia os 137.521 milhões de euros – um valor 3% inferior ao que se registava um ano antes. Desde Agosto de 2011 que a variação homóloga (relativa ao mesmo mês do ano anterior) é negativa. 

No caso do crédito ao consumo, que está em quebra desde o início do ano passado, a redução foi de 8,6 %. Este segmento representa actualmente pouco mais de 10% do total do crédito aos particulares. O grosso (81,5%) continua a ser o crédito a habitação.

fonte:http://economia.publico.pt/



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Crise faz disparar cartões de crédito

Os bancos concederam, em 2011, mais 811 mil cartões de crédito do que no ano anterior, segundo dados do Banco de Portugal. O uso que as pessoas fazem destes cartões é, no entanto, diferente de antes. 

À boleia da crise, como a concessão de financiamento tem estado a cair consideravelmente, «para além das compras normais que já se faziam anteriormente, estes cartões servem hoje também para suprirnecessidades, como pagar a água ou a luz, que antes eram supridas pelo crédito tradicional», explicou ao «Diário Económico» Filipa Moreira, do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.

Na prática, as pessoas estão a substituir outros créditos, como aquele que é destinado ao consumo, por cartões. Ou seja, entram na mesma na espiral do endividamento e têm de pagar juros que podem chegar aos 28%, para além das anuidades associadas aos cartões. 

A crise está assim a fazer disparar a procura por estes cartões. No total, já há mais de 10,1 milhões cartões concedidos em Portugal. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Segunda-feira, 21 de Maio de 2012
Compras a crédito só a baixo custo

Pagamento da dívida a 100% dentro dos limites permitidos pelos cartões de crédito é a melhor forma de utilizar este recurso. A segunda é optar pela instituição que oferece a taxa de juro mais reduzida. 

Com o poder de compra diminuído pelos cortes salariais, o aumento dos impostos e a subida da taxa de desemprego, os índices de consumo têm evoluído em queda. Segundo a Associação Nacional para o Registo de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (ANREE), em 2011 os portugueses compraram menos 15% de produtos electrónicos face a 2010.

O desemprego e a diminuição dos salários reais farão com que Portugal tenha uma quebra recorde no consumo privado, segundo as últimas previsões da Comissão Europeia. Este ano, os gastos das famílias vão recuar 6,1% e em 2013 a tendência mantém-se. 

Desde que a crise começou, o recurso ao crédito "revolving", no qual se inclui a utilização de cartões, sofreu uma quebra significativa. Em 2009, desceu 38% e em 2010, 19%. No ano passado, o corte não se fez sentir tanto (menos 3%), fruto da descida gradual dos anos anteriores. Os dados vêm da ASFAC - Associação de Instituições de Crédito Especializado e segundo a sua secretária-geral, Susana Albuquerque, se um consumidor tiver de recorrer a crédito para fazer uma compra, o mais importante é encontrar uma taxa de juro reduzida. 

"Uma boa compra, independentemente de ser paga a pronto pagamento ou a crédito, é aquela em que o consumidor necessita do bem e o adquire a um preço interessante", diz. Por isso, adquirir bens ou serviços sem juros ou a preços baixos não é, de todo, uma boa opção em contexto de crise, de acordo com a especialista em finanças pessoais.

Um cartão por pessoa
O número de cartões que cada família deve ter depende do seu agregado. Contudo, para Susana Albuquerque, o ideal é que cada um dos cônjuges não tenha mais do que um cartão pessoal, para que consiga controlar os gastos e manter as finanças supervisionadas. "Se as contas forem juntas, pode haver um cartão para os dois titulares, o que implica que ambos partilhem informação sobre a utilização do cartão", acrescenta. 

Para evitar uma utilização desmedida deste tipo de empréstimo, a especialista indica que a melhor forma de controlar os gastos é através do seu extracto, como se de uma conta à ordem se tratasse. Desta forma, no final de cada dia de utilização, anota o que gastou e onde. "Assim, tem consciência de quanto terá de pagar no final do mês seguinte, caso opte pela modalidade de pagamento a 100%, que é a melhor forma de usar o cartão de crédito a nosso favor, pois nunca se pagam juros."

Dependendo do tipo de cartão, há vantagens associadas à sua utilização. Existem cartões que oferecem o seguro de viagem se a pessoa pagar a mesma através do cartão de crédito, entre outros exemplos. "Ultimamente, temos assistido ao lançamento de cartões que devolvem uma parte dos montantes pagos com o cartão, até um limite definido, para contas poupança. O importante é conhecer as várias opções disponíveis no mercado e escolher a que melhor se adequa ao perfil do utilizador, pagando sempre o montante total em dívida de forma a evitar o pagamento de juros."

Para utilizar o crédito sem gastar mais, baste que utilize o período de crédito grátis, em que o utilizador não paga juros e o dinheiro é debitado dentro do prazo acordado. Este, regra geral, que pode variar entre 20 e 50 dias. O único custo associado a este tipo de utilização é o da anuidade. 




Perdeu o controlo?
Se chegou a uma situação de descontrolo das dívidas contraídas com os seus cartões de crédito, junte todos os extractos, some e verifique qual é o valor em dívida. Segundo Susana Albuquerque, esta deve ser a primeira acção a tomar. Depois, há que definir um plano de pagamento para acabar com as prestações em atraso. Este pode passar pela transformação da dívida numa dívida fixa. Se tiver dificuldades contacte os organismos que podem ajuda-lo, como o Gabinete de Apoio ao Sobreendividado, da Deco (Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores), ou o Gabinete de Orientação ao Endividamento dos Consumidores, do ISEG. "Após tudo estar sob controlo, sugiro que, para evitar novos descontrolos, passe a usar apenas um cartão", conclui a secretária-geral. 









5 Dicas para uma utilização eficaz

1. Exclua os luxos
Num clima de austeridade como o que Portugal vive, é importante que cada consumidor compre apenas o que necessita para o seu dia-a-dia. Se tiver de comprar a crédito, encare esse facto como se de uma compra a pronto-pagamento se tratasse. Não se endivide por causa de bens que não sejam de primeira necessidade.

2. Pondere os custos
Antes de optar por comprar o bem de que precisa a crédito, compare a diferença entre este método e o do pagamento a pronto. Esta é uma questão essencial para saber se deve avançar com a aquisição do produto. Se os custos do crédito forem demasiado elevados, pode valer a pena esperar, poupar e comprar sem se endividar.

3. Recorra ao orçamento familiar
O orçamento familiar ou individual é uma das principais ferramentas de gestão das suas finanças especiais, sobretudo quando o contexto é de corte na despesa e procura de aumento nas receitas. Antes de comprar seja o que for a crédito, consulte a sua folha de gastos mensais e verifique se o seu saldo, que deve ser positivo, comporta aquela despesa. 

4. Use apenas um cartão
A oferta desenfreada de cartões de crédito que ofereciam brindes, vantagens, viagens, entre outras promoções, levou a que alguns portugueses recheassem as carteiras com cartões para todos os gostos e feitios. Mas os cartões trazem gastos, mesmo que esteja um ano sem os utilizar. Há sempre uma anuidade, uma comissão de gestão ou outro encargo que o banco retira da conta à ordem associada sem que dê por isso. De todos os cartões de que dispõe, escolha o que lhe oferece as vantagens mais competitivas e cancele os outros. É a forma mais fácil de evitar cair em tentação. 

5. Faça uma análise diária
Sempre que utiliza o seu cartão de crédito, inclua essa informação no seu orçamento. Registe o dia em que fez a compra, o que comprou, em que modalidade e, caso opte por várias prestações mensais, não se esqueça de adicionar essa informação à sua folha das despesas, para que, no mês seguinte, não seja apanhado de surpresa.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/



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Sexta-feira, 16 de Março de 2012
Cartões de crédito: juros sobem até aos 36,5% já em abril

O Banco de Portugal fixou esta sexta-feira o limite máximo das taxas de juro a aplicar aos cartões de crédito, durante o segundo trimestre de 2012: 36,5 por cento. Este valor representa um aumento de um por cento face aos três meses anteriores.

Além dos cartões de crédito, este teto máximo aplica-se a linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto (contrato de crédito que permite movimentar uma conta bancária para além do respetivo saldo, até um limite máximo de utilização).

Já as taxas aplicadas aos créditos pessoais, que o Banco de Portugal fixou em 20,7 por cento, entre janeiro e março, vão descer para 20,5 por cento no próximo trimestre.

Em empréstimos destinados a fins de educação, saúde e energias renováveis e locação financeira de equipamentos, as taxas máximas não podem ultrapassar 7,8 por cento entre abril e junho (acima dos 6,8 por cento definidos para o primeiro trimestre).

No crédito automóvel, as taxas sobem de 8,8 para 9 por cento, no caso da locação financeira ou aluguer de longa duração de carros novos, e de 16,6 para 17 por cento nos usados.

As taxas máximas aplicadas a contratos de crédito aos consumidores baseiam-se nas Taxas Anuais de Encargos Efetivas Globais (TAEG) médias praticadas no mercado pelas instituições de crédito no trimestre anterior, acrescidas de um terço. 

Estas taxas são divulgadas trimestralmente pelo Banco de Portugal para diferentes tipos de crédito e aplicam-se aos contratos a celebrar no trimestre seguinte. 

A DECO dá alguns conselhos antes de contrair crédito, para prevenir incumprimentos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Terça-feira, 6 de Março de 2012
Cartões de crédito: uma tentação (quase) proibida

Nos tempos que correm, usar um cartão de crédito tornou-se num hábito quase quotidiano e, muitas vezes, as pessoas nem pensam bem no que está por detrás do gesto de passar um cartão numa máquina e pagar uma conta numa loja.

Mas, ainda que o aspeto seja em tudo semelhante ao de um simples cartão de débito, o cartão de crédito é, na verdade, um crédito pessoal. Ou seja, o cartão tem associado um montante máximo de crédito pessoal pré-aprovado. Só que os créditos pessoais são créditos que não dão qualquer tipo de garantia ao banco (ao contrário, por exemplo, do crédito à habitação, em que o próprio imóvel pode servir como garantia de recuperação do dinheiro), e por isso têm taxas muito elevadas.

Enquanto no crédito à habitação a taxa média para os novos contratos está pouco acima dos 5%, no crédito ao consumo ronda os 10%. Nos dias que correm, os bancos olham cada vez mais para o risco do cliente e para a probabilidade de recuperação do dinheiro emprestado e dos juros. E é por isso que as taxas cobradas estão a disparar: porque os bancos tentam proteger-se desse risco.

Curiosamente, esta escalada das taxas nos contratos de crédito pouco ou nada têm a ver com a tendência das taxas de referência no mercado (as Euribor), que até se têm mantido em níveis muito baixos nos últimos meses. A escalada dos juros nos contratos de crédito deve-se antes ao aumento dos spreads por parte dos bancos.

Nos cartões de crédito, a taxa de juro cobrada pode chegar aos 35%. Nada que desmotive os portugueses: se em 2000 Portugal contava com cerca de 3 milhões de cartões de crédito, em apenas uma década (até ao final de 2010), esse número disparou para quase 10 milhões de cartões.

Se os utilizadores pagarem o cartão a 100% logo no final do mês, os bancos não chegam a cobrar juros, mas se a dívida transitar para o mês seguinte, os juros são elevados.

Por isso, é importante ter em mente duas ou três regras antes para fazer uma utilização correta destes cartões. Primeiro, pense que usar um cartão de crédito é usar dinheiro que não é seu, e que vai ter de pagar por essa utilização.

Isso ajudá-lo-á a interiorizar que os cartões de crédito só devem ser usados em caso de emergência, sob pena de se acumularem dívidas e problemas financeiros maiores.

Antes de utilizar estes cartões, faça as contas e assegure-se de que tem capacidade para pagar a dívida que vai contrair. Não só se tem essa capacidade agora, mas também se tem a certeza de que essa capacidade vai manter-se até ao final do pagamento. Por exemplo: existe a probabilidade de perder o emprego ou daqui a um ano ainda terá o mesmo rendimento?

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012
Cartões de crédito controlados: fraude vai subir

Bancos constestam nova regra das Finanças que vai fazer voltar os pagamentos em «dinheiro vivo» e aumentar a fuga ao Fisco

A exigência das Finanças, que obriga os bancos a comunicar anualmente os fluxos de pagamentos com cartões de débito e crédito efectuados para as contas dos seus clientes que sejam empresas e profissionais liberais, vai ser alvo de forte contestação pela banca, que antecipa desde já um aumento da fraude e da evasão.

Segundo o «Jornal de Negócios», as instituições financeiras antecipam uma diminuição dos terminais automáticos e o regresso dos pagamentos a dinheiro.

Os bancos queixam-se ainda de discriminação face aos operadores estrangeiros a operar em Portugal, já que não são abrangidos pela obrigação.

A Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS) elabourou um documento, que está a ser trabalhado com a Assõciação Portuguesa de Bancos (APB) e que enumera as principais críticas à lei. O resultado deverá depois ser comunicado ao Ministério das Finanças.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Sábado, 4 de Fevereiro de 2012
Fraudes com cartão de crédito aumentaram 50% o ano passado

As fraudes com cartões de crédito em Portugal atingiram no ano passado 1.500 casos, mais meio milhar que no ano anterior, segundo dados divulgados pela SIBS, a entidade gestora da rede multibanco. 

A maior parte dos casos ocorreu pela cópia dos dados dos cartões através da Internet, para posterior pagamento fraudulento. 

Maria Saldanha da SIBS explica que é fundamental às pessoas estarem alertadas para comportamentos de risco: “Se o utilizador der o seu cartão num restaurante para pagar e deixar que o empregado leve o cartão para fora da sua vista, está a colocar em risco o seu cartão. Nunca se deve tirar o cartão da vista. Nunca se deve dar o pin a ninguém, nem sequer ter o código escrito na carteira, perto do cartão.” 

Já para Patrícia Silveira, da unidade de corrupção da Polícia Judiciária a regra quando se compra através da Internet é ser desconfiado: “Em relação a este tipo de utilização e dados de cartões e cartões bancários, importa ser desconfiado. Mesmo que à partida o site pareça legítimo, com todas as regras, mais adiante pode resultar numa situação que levanta suspeitas. Quando está em causa o nosso dinheiro e a utilização dos nossos cartões, importa estar sempre com sentido de alerta, ser desconfiado”. 
fonte:http://rr.sapo.pt/in



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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011
Juros máximos dos cartões de crédito já superam os 35%
As taxas de juro máximas que as financeiras podem cobrar no crédito ao consumo vão voltar a subir. Nos cartões de crédito, os bancos poderão cobrar, no máximo, um juro de 35,5%.

As taxas de juro máximas aplicadas no crédito ao consumo vão voltar a subir, no primeiro trimestre do próximo ano, segundo a informação disponibilizada pelo Banco de Portugal. Os juros mais elevados são praticados no segmento de cartões de crédito, linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto, onde o valor máximo que será possível praticar é de 35,5%, o que representa um aumento face aos 34,1% registados no trimestre que está a decorrer.

Mas a subida foi generalizada. À excepção do crédito pessoal para educação, saúde eenergias renováveis e locação financeira de equipamentos, onde os juros máximos vão permanecer nos 6,8%, todos os restantes destinos de financiamento vão sentir aumentos (ver tabela).

As TAEG divulgadas pelo Banco de Portugal são calculadas com base no cálculo da média de juros que é praticada no mercado, acrescida de um terço. As taxas máximas que são divulgadas trimestralmente pelo supervisor para serem aplicadas no trimestre seguinte, são efectivamente os valores mais elevados que poderão ser praticados pelas instituições financeiras. Qualquer valor que supere as fasquias determinadas para os diferentes destinos de financiamento é considerado como prática de usura por parte da instituição que o fizer.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/


publicado por adm às 23:44
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