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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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15
Nov12

Caixa passou a liderar crédito às Micro e pequenas empresas

adm

A CGD passou do 4º lugar no ranking da Linha PME Crescimento para Micro e Pequenas Empresas para primeiro lugar, quer em montante, quer em número de operações.

A Caixa Geral de Depósitos atingiu em Outubro o primeiro lugar na quota de mercado do crédito a micro e pequenas empresas no âmbito da linha destinada a este segmento que está inserida no Programa PME Crescimento. O Diário Económico contactou Nuno Fernandes Thomaz, administrador da Caixa com este pelouro, que realçou a importância do crédito a micro e pequenas empresas: "este segmento é muito importante para o país porque permite dinamizar novos negócios".

Nuno Fernandes Thomaz disse ainda que a CGD está empenhada em transformar-se num banco também líder no segmento de empresas: "faz parte do mandato desta administração, na qual me insiro, pôr a CGD a ser líder também (uma vez que é líder destacada já no mercado de particulares) no crédito a empresas. Esta evolução da quota de mercado da Caixa é o resultado do trabalho de toda a equipa".

A CGD é líder de mercado na linha criada pelo IAPMEI para o segmento de empresas que facturam até 3,5 milhões de euros, tendo concedido crédito no montante global de 53,6 milhões de euros em 1.715 operações, o que representa uma quota de 15,8% do mercado. Estes créditos a empresas são concedidos pela rede de retalho (balcões) da CGD, uma vez que para as outras PME a Caixa tem o "Gabinete de Empresas".

Em segundo lugar no ranking desta linha de 500 milhões de euros surge o espanhol Banco Popular com uma quota de 15,3% do mercado; o BPI com 14,8%; o Santander Totta com 12,4%; o Barclays com 11,3%; o Montepio com 7,3% e o BES com uma quota acima dos 6%.

A Linha PME Crescimento, resultante do Protocolo celebrado em Janeiro de 2012 entre os bancos, a PME Investimentos (Entidade Gestora da Linha), o IAPMEI, as Sociedades de Garantia Mútua (Norgarante, Garval, Lisgarante e Agrogarante) disponibiliza às empresas, especialmente PME e exportadoras, acesso a crédito bancário em condições favoráveis.

Tem uma dotação global de 2.500 milhões de euros, detendo duas Linhas específicas: a Linha Específica "Micro e Pequenas Empresas" com uma dotação de 500 milhões de euros; e a Linha Específica "Geral" com uma dotação de 2.000 milhões de euros. Na Linha Específica "Geral" foi criada uma "Dotação Geral" no valor de 1.150 milhões de euros e uma "Dotação Específica Empresas Exportadoras" no valor de 850 milhões de euros.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

25
Set12

CGD quer reorientar crédito para PME exportadoras

adm

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) quer aumentar o seu financiamento às PME exportadoras. 

«A CGD está menos presente do que gostaríamos no crédito às empresas», reconheceu esta segunda-feira o vice-presidente do banco público, António Nogueira Leite, na apresentação de um estudo sobre exportações em Portugal, adiantando que o banco público quer direcionar o crédito disponível para este segmento.

Segundo o responsável, enquanto a CGD tem uma quota de mercado no crédito de cerca de um quarto do sistema bancario, no crédito às Pequenas e Médias Empresas (PME) exportadoras este é de cerca de 16%, valor que quer reforçar.

Ainda assim, afirmou, a concessão de financiamento não será feita sem a devida avaliação do risco, tal como não será feita baseada em «sugestões».

«A CGD não dá crédito a quem bate a porta, nem aceita sugestões pontuais de figuras, independentemente do poder político que exiba».

Nogueira Leite, que falava na apresentação de um estudo sobre as exportações em Portugal feito pelo economista Augusto Mateus para a CGD, referiu-se ainda ao passado do banco público para afirmar que este vive atualmente constrangimentos devido a opções anteriormente tomadas.

«As instituições vivem com constrangimentos porque têm passado. A CGD começou por ser banco hipotecário e na última década deu protagonismo à construção, a tudo o que é obra imobiliária e financiamento público. Alguns de nós anunciamos várias vezes que esse caminho era um caminho sem futuro e a CGD tem de criar condições para que possa ter futuro». 

Nogueira Leite adiantou ainda que o banco público vai continuar a apresentar elevados montantes de imparidades tanto no segundo semestre deste ano como em 2013.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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