Domingo, 17 de Novembro de 2013
Como poupar 50% com um crédito pessoal

A maioria das instituições tende a aproximar a taxa que efectivamente pratica do intervalo máximo anunciado. No último trimestre, a taxa média praticada no crédito pessoal foi de 14,5%.

Primeira regra: só pedir um crédito pessoal se necessitar realmente dele. A maioria das taxas de mercado atingem os dois dígitos, com a taxa máxima a passar os 16%, na Cetelem. Significa isto que, num crédito de 5.000 euros terá pago 150% desse valor ao final de cinco anos, ou seja, quase 7.500 euros. Mas existem opções mais baratas: o ActivoBank cobra 11% para lhe emprestar os mesmos 5.000 euros, o que se traduz numa poupança superior a 800 euros no final do prazo.

O Diário Económico reuniu as taxas fixas mínimas e máximas praticadas por 19 instituições financeiras para crédito ao consumo e ordenou-as pelo pior cenário possível, ou seja, o de taxas máximas. Apesar de algumas instituições apresentarem taxas mínimas em torno dos 8% ou 9%, a taxa média praticada em Portugal no último trimestre para este tipo de créditos sugere que a generalidade das instituições tende a aproximar a taxa efectiva da taxa máxima. O Banco de Portugal fixou o limite de juros no crédito pessoal sem finalidade específica em 18,1% para o quarto trimestre, o que significa que a taxa média praticada entre Julho e Setembro foi de 14,5% (o limite é encontrado pela média do mercado no trimestre anterior acrescida de um quarto).

No entanto, pode avaliar a sua situação e perceber se tenderá a aproximar-se de valores mais baixos: será o caso de quem não tem outros créditos, além da habitação possivelmente; de alguém cuja taxa de esforço (que combina o valor da prestação com o seu rendimento disponível) não ultrapasse os 10% a 15%; ou de quem tenha fiadores ou algum tipo de garantias. O envolvimento comercial com o banco, através de uma conta, cartão, seguros ou depósito, também poderá beneficiá-lo na taxa de juro.

Significa isto que a melhor opção será sempre recorrer aos seu banco na altura de obter um crédito pessoal? O intervalo de taxas praticadas pelos bancos diz-lhe que não. Existem bancos cuja taxa mínima é mesmo superior à taxa de juro máxima praticada por outras instituições. Por exemplo, a taxa mínima no banco Best (12%) ou no Barclays (12,5%), é superior à máxima no ActivoBank (11%) ou na CGD (11,6%), enquanto o mínimo cobrado no BiC (14,5%) é superior ao intervalo máximo de quase todas as outras instituições.

(artigo publicado no suplemento Finanças Pessoais na edição de 8 de Novembro do Diário Económico)




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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2013
Crédito pessoal: conheça os novos limites máximos às taxas de juro

Banco de Portugal divulga limites trimestrais. Estes aplicam-se ao 4º trimestre de 2013

 

O Banco de Portugal revelou esta quarta-feira o valor das taxas máximas que poderão ser aplicadas pelas instituições nos contratos de crédito aos consumidores, para o quarto trimestre do ano.

Assim, entre outubro e dezembro deste ano, a taxa máxima cobrada nos cartões de crédito, linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto é de 24,2%.

Já no crédito automóvel as taxas máximas permitidas andarão entre os 8,2 e os 15,2%, 

No que se refere aos créditos pessoais, aqueles cuja finalidade for educação, saúde e energias renováveis não poderão cobrar taxas acima de 5,9%, ao passo que os restantes, sem finalidade específica ou destinados a outras finalidades, podem pagar até 18,1%.

Estas taxas máximas são determinadas com base nas Taxas Anuais de Encargos Efetivas Globais (TAEG) médias praticadas no mercado pelas instituições de crédito no trimestre anterior, acrescidas de um quarto, não podendo exceder a TAEG média da totalidade dos contratos de crédito aos consumidores, acrescida de 50%.

O regime de taxas máximas prevê ainda que a TAEG máxima dos contratos de facilidade de descoberto com obrigação de reembolso no prazo de um mês e que a taxa anual nominal (TAN) máxima das ultrapassagens de crédito sejam iguais à TAEG máxima definida para os contratos de crédito sob a forma de facilidade de descoberto com prazo de reembolso superior a um mês.


fonte:http://www.tvi24.iol.pt/5



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Sábado, 17 de Dezembro de 2011
Juros no crédito ao consumo disparam no espaço de um ano

Recorrer a crédito pessoal vai ser mais caro nos primeiros meses 2012

Não é propriamente um presente de Natal, e muito menos uma boa notícia de Ano Novo: as taxas de juro máximas no crédito ao consumo vão voltar a subir no primeiro trimestre de 2012, em praticamente todos os contratos. Somente no crédito para a educação e no crédito para a saúde não se registarão alterações entre o último trimestre deste ano e os próximos três meses. No entanto, em ambos os casos, os limites máximos já aumentaram um ponto percentual desde Janeiro de 2011.

O Banco de Portugal (BdP) divulgou ontem o limite máximo que a banca e as instituições financeiras de crédito poderão praticar no primeiro trimestre do próximo ano nos contratos de crédito ao consumo. No documento libertado do BdP é possível verificar o aumento que as instituições bancárias e de crédito especializado vão poder cobrar durante os próximos três meses, sobretudo nos contratos referentes ao crédito automóvel e em comparação com o limite em vigor no actual trimestre.

Em termos anuais, a subida mais acentuada regista-se nos contratos que tenham como finalidade a educação, a saúde e energias renováveis, assim como a locação financeira de equipamentos. Para estes casos, a taxa anual efectiva global (TAEG) máxima praticável passou de 5,8%, no primeiro trimestre de 2011, para 6,8%, nos primeiros três meses de 2012. Em termos mensais, no entanto, estas taxas não registam qualquer alteração, embora tenham registado um agravamento durante os últimos meses. Ou seja, precisamente na altura em que as famílias portuguesas estiveram mais expostas à necessidade de recorrer ao crédito para financiar o início do ano escolar dos filhos.

Já no crédito automóvel a tendência continua a ser de agravamento, com a locação financeira (ou ALD) de viaturas novas a passar a ter como limite para a TAEG os 8,8%, acima dos 8,5% aplicáveis no terceiro trimestre - o valor compara com os 7,7% praticados há um ano. No caso das viaturas usadas, a TAEG sobe para 10,10%, enquanto um crédito automóvel que tenha como garantia o próprio automóvel terá um encargo máximo de 12,6% no caso deste ser novo, e de 16,6% no caso de se tratar de um carro usado. Já o limite de juros da categoria de "outros créditos pessoais" subiu de 20,2% para 20,7%. Este é o limite mais elevado desde que o Banco de Portugal começou a estabelecer um tecto máximo para os juros praticáveis no crédito aos consumidores no início de 2010.

Também os cartões de crédito, as linhas de crédito, as contas correntes bancárias e as facilidades de descoberto sofrerão um agravamento face ao quarto trimestre, com a TAEG a subir para os 35,5%, o que representa um aumento de 6,9% face ao mesmo período de 2011.

Recorde-se que as taxas de juro máximas que entram em vigor a partir de Janeiro são o resultado das médias, acrescidas de um terço, das TAEG praticadas pelas instituições de crédito a actuar no mercado nacional no trimestre precedente (neste caso, o último trimestre de 2011), nos diferentes tipos de contratos.

Poupanças dos portugueses voltam a descer em Novembro
Apesar de todos os apelos à poupança, a verdade é que a vida não tem sorrido aos portugueses. Reflexo disso, as poupanças das famílias desceram em Novembro, depois de oito meses consecutivos a aumentar. Segundo o Indicador de Poupança APFIPP/Universidade Católica, a taxa de poupança das famílias portuguesas resvalou de 105 pontos em Outubro para 102,3 pontos, em Novembro, tendo sido a descida mais expressiva deste indicador desde o início do ano. "Em Portugal, a expectativa das famílias sobre a sua capacidade de poupança, registada pelo inquérito às famílias da Comissão Europeia, desceu significativamente no Outono", lê-se no documento libertado pela APFIPP. "Esta descida poderá resultar de uma série de factores, nomeadamente a subida da taxa de desemprego e as expectativas sobre os aumentos de impostos em 2012", conclui. Os dados do Indicador de Poupança APFIPP / Universidade Católica mostram que as poupanças dos portugueses correspondem actualmente a cerca de 9% do PIB nacional, acima da média histórica de 7,6%. "Corrigindo os efeitos da sazonalidade, o indicador aponta para um aumento da poupança das famílias de cerca de 0,4% do PIB no segundo semestre face ao primeiro semestre de 2011", refere ainda a APFIPP.

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011
Créditos pessoais: juros vão ter novos limites

As taxas aplicadas aos créditos pessoais vão ter novos limites já a partir de Janeiro e até Março de 2012: não podem superar os 20,7%, anunciou esta quarta-feira o Banco de Portugal.

Nos empréstimos que tenham por finalidade educação, saúde e energias renováveis, assim como locação financeira de equipamentos, as taxas máximas que as instituições financeiras podem praticar no primeiro trimestre do próximo ano são 6,8%, revela, em comunicado, a instituição liderada por Carlos Costa.

Nos outros créditos pessoais, o valor máximo foi estabelecido em 20,7%, acima dos 20,2% definidos para o trimestre actual, o último deste ano.

No que toca ao crédito automóvel, a locação financeira ou aluguer de longa duração de carros novos pode ter uma taxa máxima de 8,8%, enquanto em usados foi estabelecida em 10,1%.

Os empréstimos para automóveis novos com «reserva de propriedade e outros» poderão cobrar uma taxa máxima de 12,6% e nos usados em 16,6%.

Ficou também fixado em 35,5% o limite máximo em cartões de crédito, linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto.

Note-se que o regime das taxas máximas, estabelecido pelo BdP aos contratos de crédito aos consumidores, baseia-se na média das Taxas Anuais de Encargos Efectivas Globais praticadas no mercado pelas instituições de crédito no trimestre anterior, acrescidas de um terço.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt



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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2011
Crédito pessoal. Custo total com um empréstimo de 5000 euros pode chegar aos 6700 euros

Pedir um crédito para consumo é cada vez mais difícil e caro. Além do juro, há comissões, seguros e impostos

"Todos os projectos começam por um desejo. O desejo cresce, ganha vontade. Procura-se a melhor solução de financiamento. Por isso, criámos um leque de produtos flexíveis e rapidamente o seu desejo realiza-se". Este slogan de uma instituição especializada no crédito ao consumo ilustra a vasta gama de soluções disponíveis no mercado, ajustável a todo o tipo de necessidades mas, regra geral, demasiado caras para a maioria das carteiras.

Por um crédito de 5000 euros, a amortizar em três anos, o cliente terá de pagar entre, pelo menos, mais 700 euros e 1700 euros de custos totais que, além dos juros e da duração do empréstimo, englobam os prémios de seguro, os impostos e as comissões bancárias como despesas de aprovação do empréstimo.

O i realizou simulações nos cinco maiores bancos a operar no mercado nacional (CGD, BCP, BPI, BES e Santander Totta) e em quatro instituições de crédito especializado (Cetelem, Cofidis, Flexibom e Unibanco) para um crédito sem finalidade específica, os mais caros do mercado, depois dos cartões e linhas de crédito. As prestações oscilam entre quase 174 euros e 184 euros, enquanto a taxa que reflecte o custo total do empréstimo, a TAEG (taxa anual de encargos efectiva global), varia entre 11,5% e 18,5% para o financiamento simulado. A TAEG, de indicação obrigatória, é o indicador mais fiável para comprar as várias propostas. A taxa mais baixa é oferecida pela Cofidis, no âmbito de uma campanha promocional que decorre até 16 de Outubro. Enquanto, o custo mais elevado (15,83%) é exigido pela Unibanco (ver tabela). Quanto menor for a TAEG, mais barato é o empréstimo (ver tabela). No caso da CGD só foi possível calcular a custo do crédito em 24 meses, o que aumenta o valor da prestação para 235 euros.

As simulações realizadas permitem verificar que as taxas praticadas estão abaixo do juro máximo imposto pelo supervisor bancário. No início de 2010, o Banco de Portugal definiu três categorias e oito subcategorias de crédito ao consumo, às quais correspondem taxas máximas fixadas trimestralmente. Para os créditos pessoais, sem finalidade específica, a TAEG máxima é de 19,7% até ao final de Setembro. Os juros desta categoria vão subir para 20,2% no último trimestre do ano. Os contratos de crédito com a finalidade de educação, saúde, energias renováveis, a locação financeiras de equipamentos e o crédito automóvel apresentam as taxas mais baixas por serem considerados segmentos prioritários. Por sua vez, é nos cartões e linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto que os bancos e as instituições cobram juros mais elevados. A taxa está acima de 34% desde o segundo trimestre deste ano.

Apesar de os limites das taxas vigorarem desde Janeiro de 2010, a verdade é que existem ainda muitas instituições a praticar juros acima do permitido. No relatório de avaliação deste novo regime de crédito aos consumidores, o supervisor revela que, durante o ano de 2010, foram identificados 1144 contratos de 39 instituições com indícios de irregularidades quanto ao cumprimento da TAEG máxima em vigor. Após a análise jurídica e financeira, apurou que em 75 contratos, realizados por 23 instituições, tinham efectivamente ultrapassado as taxas máximas.

Se contratou ou vai contratar um crédito ao consumo é essencial que verifique que a taxa exigida está em linha com o juro legalmente permitido. Se a taxa for superior, a DECO aconselha a enviar uma queixa ao Banco de Portugal, exigir a aplicação do juro máximo e a devolução do montante pago em excesso.

Crédito mais caro e difícil Longe vão os tempos em que contratar um crédito ao consumo era fácil e barato. Os últimos dados do BdP indicam que, em Julho, foram concedidos 229 milhões de euros, menos 30% que no mesmo mês do ano anterior e o valor mais baixo desde Janeiro de 2010. O corte de crédito reflecte as maiores restrições de liquidez e exigências na avaliação dos processos por parte das instituições, numa altura em que a desalavancagem é a palavra de ordem. Por outro lado, denuncia a menor procura por parte dos particulares, que em tempos de crise tentam soluções alternativas. Com o desemprego, os cortes salariais e o aumento dos impostos, o incumprimento das famílias atingiu o valor mais alto desde 1998. O crédito ao consumo é precisamente o segmento que apresenta o nível de malparado mais elevado, uma vez que é o primeiro empréstimo que os particulares deixam de pagar quando confrontados com dificuldades financeiras. Em Julho, o incumprimento no consumo atingiu 1 348 milhões de euros, 8,9% do total de empréstimos.

A Deco sugere para capitais e prazos mais curtos, por exemplo até 2000 euros, alternativas mais baratas ao crédito pessoal. "O descoberto autorizado da conta-ordenado pode revelar-se vantajoso, além de ser automático".

fonte:http://www.ionline.pt/



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Sexta-feira, 2 de Setembro de 2011
Antes de recorrer ao crédito pessoal pense 2 vezes

Um crédito pessoal poderá parecer boa opção para adquirir determinado bem ou serviço mas antes de o fazer deve perguntar-se: precisa do produto? E precisa do crédito para o comprar? Não poderia, primeiro, efetuar uma poupança para o adquirir? 

Se optar por recorrer a este tipo de crédito, é necessário informar-se sobre as diferentes formas de crédito disponíveis.

Deve utilizar a TAEG, a taxa que lhe permite saber o custo total destes créditos e comparar entre os créditos disponíveis. Esteja também atento ao montante total imputado ao Cliente.

No fundo, é a taxa que nos diz quanto vamos pagar a mais do que aquilo que pedimos emprestado, incluindo juros e todos os encargos.

Geralmente, os créditos instantâneos (de rápida aprovação) são vistos como uma boa opção, pois não exigem muitas burocracias e o empréstimo até poderá ser aprovado num prazo de 24 horas, mas, é sempre preciso ter muita atenção às taxas cobradas.

Normalmente esta rápida aprovação tem como contrapartida uma TAEG muito altas, o que significa que o crédito, no longo prazo, será muito mais caro.

Portanto deve ponderar antes de recorrer a este tipo de crédito e pensar que ao efetuar uma poupança ainda está a poupar em juros e encargos!

Faça contas à vida. Ver mais informações aqui

fonte:http://www.observatoriodoalgarve.com

 



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Domingo, 19 de Junho de 2011
Compensa alargar o prazo do empréstimo?

É fácil ir ao banco e pedir para alargar o prazo do seu empréstimo de 20 para 30 anos. As restantes condições mantêm-se e, aparentemente a única diferença é que passa a pagar menos de prestação mensal, ficando, em contrapartida, a pagar o empréstimo por mais 10 anos. Nada de especial para quem já tinha uma dívida de 20 anos, pensa você. Mas, na realidade, não é bem assim. 

É verdade que a prestação mensal desce, mas está a pagar juros durante mais 10 anos, o que agrava sobremaneira a conta final do dinheiro pago ao banco. Quanto irá pagar no total por um crédito à habitação de, por exemplo, 150 mil euros? 

O exemplo é de um empréstimo de 100 mil euros (Euribor a 1%, acrescida de um "spread" de 2%, e isto partindo do princípio que a taxa se mantinha inalterada). Apesar de a prestação mensal e o encargo anual diminuírem, no final do empréstimo, ao alargar o prazo para 30 anos, acabou por pagar mais de 18 mil euros do que se tivesse pago o crédito à habitação em 20 anos.

Vantagens: Permite-lhe um alívio na prestação mensal do crédito, dando-lhe mais alguma folga no orçamento familiar.

Desvantagens: No final acaba por pagar mais pelo empréstimo, uma vez que estará a pagar juros durante mais tempo.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/ 



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Domingo, 6 de Março de 2011
Saiba como 'driblar' a subida dos juros

A taxa de referência do BCE pode subir já em Abril, o que é sinónimo de crédito à habitação mais caro.

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, sinalizou, esta quinta-feira, uma subida do preço do dinheiro já em Abril, após dois anos sem mexidas. Desde Maio de 2009 que a Refi se encontra nos 1%, um mínimo histórico. É que o banco central está preocupado com a escalada dos preços das matérias-primas, que está a criar pressões inflacionistas. A taxa de inflação na zona euro subiu para 2,4% em Fevereiro, o nível mais elevado em 28 meses, encontrando-se pelo terceiro mês consecutivo acima da barreira de 2% em que o BCE considera existir estabilidade de preços.

Em reacção, as taxas Euribor registaram fortes subidas na sexta-feira, com o indexante a seis meses, a registar, em termos absolutos, a nona maior subida diária da sua história, disparando nove pontos base para 1,475%, o valor mais alto desde Junho de 2009.

O mesmo aconteceu como as taxas a três e a doze meses, que subiram para 1,162% 1,924%, máximos de Abril de 2009 e de um ano, respectivamente.

Os futuros negociados na Nyse Liffe colocavam a taxa a três meses em 1,23% em Março, 1,635% em Julho, 1,905% em Setembro e 2,135% em Dezembro. Tendo em conta os Forward Rate Agreement (FRA), contratos onde os bancos negoceiam juros futuros, a Euribor a seis meses dispara de 1,385% para 2,282% em Dezembro.

A confirmarem-se os futuros, o aumento das mensalidades do crédito à habitação vai ser muito mais acentuado, chegando mesmo a triplicar até Julho.

Os economistas contactados pelo Económico não têm dúvidas que, no actual contexto económico, este encarecimento pode ditar o aumento do endividamento, penalizar o rendimento disponível das famílias e, consequentemente, reduzir a poupança.

Uma família com um crédito à habitação no montante de 150 mil euros, a amortizar em 30 anos, com um ‘spread' de 1% e indexado à Euribor a três meses, está a pagar, desde Janeiro, uma prestação de 556 euros. A partir de Abril, o montante sobe para 572 euros e agrava-se para 612 euros em Julho, o que corresponde a um aumento mensal de 16 euros e 40 euros, respectivamente. Estes montantes representam o triplo do aumento registado nas revisões ocorridas no ano passado, altura em que não chegaram a ultrapassar os 11 euros mensais.

Para Cristina Casalinho, estes acréscimos não são consideráveis, se tomados isoladamente. "Porém, esta elevação ocorre em orçamentos que já se encontram castigados com o desemprego, agravamento da carga fiscal, contenção salarial, aumento de preços de combustíveis e bens alimentares. É mais um factor que condicionará negativamente o consumo", diz a economista-chefe do BPI. O economista-chefe do BCP recusa classificar o aumento de "acentuado". "As taxas de juro de referência permanecem com valores historicamente muito baixos mas, naturalmente, que tem implicações nos orçamentos familiares onde o nível de endividamento é maior e a situação laboral mais precária", diz Gonçalo Pascoal.

Como escapar à subida dos juros

1 - Fixar a prestação do crédito à habitação
A primeira solução para contornar a possível subida dos juros é fixar a prestação do crédito à habitação. Assim, em vez de ver os encargos mensais oscilarem em cada três, seis ou doze meses, ao fixar a taxa de juro, saberá que durante um determinado período a prestação será sempre igual.

2 - Adiar parte da dívida para o final
Outra das soluções é o diferimento de capital, em que adia para a última prestação do empréstimo uma parcela do capital em dívida. Durante o contrato, é amortizada só a percentagem não diferida, o que possibilita que a prestação seja mais baixa. A desvantagem é que encarece o total do empréstimo.

3 - Pedir um período de carência de capital
Para aguentar a subida da prestação poderá pedir um período de carência de capital. Nesse período pagará apenas juros relativos ao capital em dívida, ou seja uma prestação mais baixa. Mas findo esse prazo a prestação agravar-se e os custos com os juros globais disparam.

 

 fonte:http://economico.sapo.pt

 


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Quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2011
Saiba qual é o melhor banco para fazer um crédito pessoal

O Diário Económico dá-lhe a conhecer as melhores ofertas para seis perfis diferentes.

Difícil e caro. É desta forma que se pode caracterizar o acesso ao crédito pessoal na actual conjuntura. As dificuldades de acesso a financiamento da banca levaram as instituições a apertarem os critérios para a concessão de crédito à habitação, um aperto que é ainda mais notório no crédito ao consumo. Além de ser raro, o crédito pessoal é também caro. Isso mesmo é possível verificar numa análise feita pelo Diário Económico com base no simulador da Deco Proteste e que foi actualizado em Janeiro deste ano. Foram analisados seis diferentes perfis de clientes e as condições praticadas, sempre que possível, em 18 bancos a operar em Portugal para cada um dos casos. Os resultados destas simulações mostram que existem grandes assimetrias entre as condições apresentadas. De tal forma que, em quatro dos seis cenários simulados, optar pelo banco que oferece a TAEG mais baixa em detrimento da instituição com a TAEG mais elevada pode levar os consumidores a uma poupança superior a 1.200 euros nos encargos totais com o crédito pessoal. Nos casos simulados, os bancos espanhóis Caja Duero, Caixa Galicia e os portugueses Montepio Geral e ActivoBank foram as instituições que, regra geral, apresentavam as melhores condições.

É ao nível das TAEG (taxa anual efectiva global) que se notam grandes diferenças. Através das simulações é possível ver que estas taxas podem oscilar entre os 9,7% e os 30,8%- um valor que supera largamente o limite máximo previsto pelo Banco de Portugal para os créditos pessoais sem finalidade específica (19,6%). A TAEG é a taxa para a qual os consumidores devem prestar mais atenção, já que ela inclui além da taxa de juro anual nominal (TAN) todos os encargos associados ao empréstimo, como é o caso dos seguros e das comissões de abertura de processo. Recorde-se que não é garantido que um banco que lhe ofereça uma TAN baixa seja a instituição onde os encargos totais do crédito são mais baratos.

Mais uma vez, as simulações comprovam esta realidade. Se tivermos em conta o exemplo de um consumidor que precisa de obter 25.000 euros de financiamento de crédito pessoal a pagar em três anos, o Deutsche Bank e o Santander Totta apresentam, segundo o simulador da Deco, TAN muito semelhantes: 14% e 14,5%, respectivamente. No entanto, ao analisarmos as TAEG de cada uma das propostas, as diferenças expandem-se. Enquanto que o Deutsche Bank apresenta uma TAEG de 16,2%, no caso do Santander Totta, o valor sobe para os 19,8%. Para este dado contribui o facto do Santander Totta, apresentar comissões de estudo e/ou abertura de processo mais elevadas em relação ao Deutsche Bank.

E neste campo também existem diferenças assinaláveis. Enquanto alguns bancos não cobram comissões de abertura de processo- como é o caso do Activobank, Best e do BES- em outros casos, estas comissões podem chegar a superar os 800 euros, quando estão em causa empréstimos de montantes mais elevados. "Estas comissões nem sempre são fixas. Há bancos que cobram uma percentagem sobre o montante do empréstimo. Portanto, quanto maior for o valor do crédito, maior serão as comissões de abertura", explica Vinay Pranjivan, economista da Deco.

Apesar das simulações efectuadas, é importante ressalvar que tal não significa que o crédito seja aprovado exactamente nestas condições. Apesar dos critérios que os bancos definem nos seus preçários, a realidade mostra que os bancos estão a conceder menos crédito pessoal. Os números do Banco de Portugal mostram que no ano passado o montante total de crédito ao consumo encolheu até Novembro, cerca de 283 milhões de euros. Trata-se da maior queda desde 2002. "Numa altura em que se torna cada vez mais difícil ter acesso ao crédito à habitação, é natural que os bancos restrinjam ainda mais a concessão de crédito pessoal", explica Vinay Pranjivan. Ao contrário do que acontece com o crédito à habitação, em que se o cliente ficar numa situação de incumprimento o banco tem a garantia da casa, o crédito pessoal não tem essa garantia e, como tal, representam um risco maior para as instituições financeiras.

Esta opinião é corroborada pela consultora financeira FlexiSolutions. Luis Sousa, responsável da empresa, afirma: "Antes da crise, cerca de 80% dos créditos pessoais que propúnhamos à banca eram aprovados. Agora é o contrário. O normal é haver uma aprovação de apenas 30% das propostas de crédito pessoal" . Tanto Luís de Sousa como Vinay Pranjivan confirmam que as exigências dos bancos para com os clientes que pedem crédito pessoal aumentaram bastante. Além de pedirem a subscrição de um seguro de vida e/ou um seguro de protecção de crédito, as instituições exigem sempre a assinatura de uma livrança- ou seja, a garantia que o banco pode accionar no caso de incumprimento do cliente.


Pagar o empréstimo no curto ou no médio prazo?

1 - 12 meses
Para quem precisa de um crédito pessoal no valor de 3.000 euros a pagar em 12 meses, a melhor solução pertence ao espanhol Caja Duero, segundo o simulador da Deco. O custo total deste empréstimo é de 3.163 euros. Já se optar pela opção mais cara, os encargos totais sobem para os 3.404 euros.

2 - 48 meses
Se fizer um empréstimo de 3.000 euros mas optar por pagá-lo em quatro anos, os encargos totais com juros sobem . A melhor solução continua a pertencer à Caja Duero ao prever uma TAEG de 9,7% . Os encargos totais neste empréstimo situam-se nos 3.568 euros. Mas se optar pela solução mais cara, os encargos disparam para os 4.745 euros. Ou seja, ao optar pela melhor solução poupará 1.117 euros.


Pedir montantes reduzidos ou elevados?

2 - 1.500 euros
Ao pedir um crédito pessoal no valor de 1.500 euros e optar por pagá-lo em três anos, tem a vantagem de que as comissões de abertura de processo são reduzidas. Ao optar pela melhor solução em detrimento da proposta do banco mais caro consegue poupar 670,08 euros ao longo da vida do empréstimo.

3 - 25.000 euros
Ao pedir montantes elevados estará sujeito a comissões de abertura também mais altas, uma vez que muitos bancos cobram uma comissão em percentagem do montante concedido. Há bancos que não cobram comissões, mas há quem cobre 800 euros. Neste caso, se optar pela melhor solução em detrimento da mais cara pode poupar mais de seis mil euros .


Devo ou não subscrever produtos do banco?

4 - Sem subscrever produtos
Ao pedir um empréstimo de 5.000 euros a pagar em 36 meses e se não subscrever nenhum produto, os espanhóis Caja Duero e Caixa Galicia têm as melhores soluções, seguidos pelo Montepio e CGD. Se optar pela melhor solução os encargos totais do crédito situar-se-ão nos 5.719 euros.

5 - Subscrever quatro produtos
Se fizesse o mesmo crédito ( no valor de 5.000 euros) mas estivesse disposto a subscrever quatro produtos/serviços conseguiria baixar a prestação, ainda que para o caso simulado a poupança não fosse muito significativa. A prestação média cairia dos 173,5 euros para os 168,9 euros.


Dicas para contratar um crédito pessoal

- Os especialistas aconselham sempre os consumidores a avaliarem bem os encargos que vão ter ao subscreverem um crédito pessoal, para que a taxa de esforço do orçamento familiar não ultrapasse os 30% a 40%.

- Vinay Pranjivan da Deco recomenda ainda aos consumidores que consultem as condições praticadas no maior número possível de bancos, para poder ver quem é que pratica as taxas mais baixas do mercado.

- O indicador que deve servir de comparação entre as ofertas dos vários bancos é a TAEG, dado que esta taxa inclui todos os encargos associados ao crédito, incluindo seguros e comissões.

fonte:economico.sapo



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Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011
Juros no crédito ao consumo sem controlo

Cerca de um quarto dos produtos que a revista da DECO Dinheiro & Direitos analisou em 2010 anunciava taxas de juro acima das legais.

Empréstimo para comprar carro, electrodomésticos ou equipamento para energias solares, cartões, crédito pessoal sem finalidade específica, linhas de crédito fácil... A banca desdobra-se em modalidades de crédito ao consumo que satisfazem quase todas as necessidades de financiamento do consumidor, muitas vezes, a troco de juros altos.

Para combatê-los, o Banco de Portugal definiu uma TAEG máxima para cada tipo de crédito ao consumo, que as instituições são obrigados a respeitar. Na prática, nenhum empréstimo pode ser contratado acima daquele limite. Estas taxas mudam a cada três meses e são calculadas em função dos valores médios cobrados pelas instituições de crédito no trimestre anterior. A medida está em prática desde Janeiro de 2010, mas não impede os bancos de anunciar taxas acima do limite, como revela o levantamento dos 154 produtos de seis tipos de crédito que a Deco analisou durante o ano passado.

Cartões e pessoal com taxas altas
O Banco de Portugal definiu três categorias e oito subcategorias de créditos ao consumo, às quais correspondem limites diferentes. Talvez por serem pouco comuns e se destinarem a segmentos considerados prioritários, os créditos para educação, saúde e energias renováveis, e a locação financeira de equipamentos, como computadores e electrodomésticos, apresentam os limites mais baixos: TAEG máxima de 5,4% no último trimestre. Segue-se a locação financeira e o ALD de veículos novos e usados. Como o carro é propriedade da locadora até à última prestação, o que lhe dá algumas garantias, a taxa é mais baixa do que no crédito automóvel. O limite mais alto pertence aos créditos com mais procura e fáceis de usar: cartões, linhas de crédito e saldo descoberto das contas à ordem. Entre Outubro e Dezembro de 2010 podiam cobrar até 32,9%. Apesar de estas regras serem públicas e do conhecimento de todas as instituições, o levantamento da Dinheiro & Direitos a 154 produtos revela que um em cada quatro poderia resultar em taxas acima do limite. Ou seja, em teoria, poderiam ser contratados nessas condições. Os maiores desvios pertencem ao crédito pessoal sem finalidade específica, um dos mais contratados segundo o Banco de Portugal, e para energias renováveis. No primeiro caso, a TAEG máxima analisada (32,4%) quase duplica a permitida no período: 19,1 %. No segundo, a diferença é ainda superior: 13,6% contra 5,4%. A estrutura pesada das comissões, sobretudo para prazos curtos, o preço dos seguros e as taxas elevadas contribuem para este cenário.

10% dos contratos ilegais
As instituições defendem-se dizendo que não estão em infracção, pois as taxas são "teóricas" e nenhum crédito é aprovado naquelas condições. Mas ao apresentarem condições que resultam em taxas acima das legais, as instituições induzem o consumidor em erro. Todos os dados fornecidos devem ser reais. Caso contrário, não permitem a comparação de produtos.

Pior: o relatório de supervisão do Banco de Portugal, divulgado em Novembro último, prova que foram assinados vários contratos ilegais em 2010. Dos 676 analisados pelo supervisor, cerca de 10% ultrapassavam as taxas máximas permitidas, envolvendo 13 instituições. Segundo o documento, as entidades são obrigadas a corrigir as condições contratuais e têm de fazer prova desta correcção junto do supervisor. Mas não chega. O relatório nada diz, por exemplo, sobre a obrigação de devolverem aos titulares dos contratos ilegais os encargos cobrados em excesso.

Por isso, se contratou um crédito desta natureza no último ano, certifique-se de que a TAEG não ultrapassa a máxima para o trimestre. Se foi superior, queixe-se no portal do cliente bancário (http://clientebancario.bportugal.pt), exija a aplicação da taxa máxima para o período e a devolução do que pagou em excesso. Outro facto omitido é o nome das instituições em falta. Por uma questão de transparência, o Banco de Portugal deveria divulgar o nome dos infractores, como já fez no passado. Tal permite que outros consumidores fiquem alerta para eventuais abusos nas taxas e atuem, eles próprios, como polícias da aplicação da lei. O supervisor deveria ainda alargar a aplicação da lei às taxas anunciadas, seja na publicidade, seja nas simulações em papel ou pela net.

Simulações reais sem usura
A lei que limita as TAEG no crédito ao consumo estabeleceu um tecto para o preço dos financiamentos. Apesar disto, algumas modalidades abrangidas anunciam taxas, comissões e seguros obrigatórios que, para determinados cenários, resultam em taxas efectivas superiores ao limite. Pior do que isso, o relatório de supervisão do Banco de Portugal, divulgado em Novembro, revela 63 contratos efectivos com taxas acima das legais, envolvendo 13 instituições.

A Deco já enviou as conclusões deste estudo ao Banco de Portugal e à Secretaria de Estado para a Defesa do Consumidor, pedindo que a lei da usura seja aplicada também às taxas publicitadas nas simulações.


Crédito Automóvel

- 15.000 euros a 48 meses

- TAEG máxima permitida no período: 11,5%

- TAEG analisadas (1º trimestre de 2010): 4,5% a 16,8%

- Além do limite segundo cálculo da D&D: BBVA Automóvel, BBVA Quota Final, BPN Crédito, Banif Mais, Finibanco.

- Dos 17 produtos analisados, quatro excedem as taxas.


Saldo descoberto

- 1.500 euros a três meses

- TAEG máxima permitida no período: 32,6%

- TAEG analisadas (4.º trimestre 2010):10,3% a 36,2%

- Foram analisados 18 produtos, nenhum excedeu a taxa prevista.


Cartão de crédito

- 1.500 euros a 12 meses

- TAEG máxima permitida no período: 32,9

- TAEG analisadas (4º trimestre de 2010): 11,3% a 22,7%.

- Além do limite segundo o cálculo da D&D: UnibancoGold (Unicre)

- Foram analisados 70 produtos, apenas um excedeu a taxa máxima prevista.


Energias renováveis

- 5.000 euros a 24 meses

- TAEG máxima permitida no período: 5,4%

- TAEG analisadas (4.º trimestre 2010): 4,8% a 13,6%

- Além do limite segundo cálculo da D&D: Banco BPI, Banco Popular, Banif, Caixa Geral de Depósitos, Crédito Agrícola (taxa fixa e variável), Millennium bcp, Montepio, Santander Totta (crédito e ‘leasing').

- Foram analisados 11 produtos, 10 excedem as taxas máximas.


Crédito Pessoal S/ fim específico

- 5.000 euros a 24 meses

- TAEG máxima permitida no período: 19,1%

- TAEG analisadas (4.º trim. 2010): 7,7% a 32,4% 

- Além do limite segundo cálculo da D&D: BBVA, Banco BPI (taxa fixa e variável), Banco Espírito Santo, Banco Popular, Barclays Bank, Caixa Galicia, Caixa Geral de Depósitos (taxa fixa e variável), Crédito Agrícola (taxa fixa e variável), Deutsche Bank, Finibanco, Millennium bcp

- Foram analisados 23 produtos, 14 excederam as taxas máximas.


Locação financeira (carro novo)

- 15.000 euros a 48 meses.

- TAEG máxima permitida no período: 8%

- TAEG analisadas (4º trimestre de 2010): 4,5% a 9,4%

- Além do limite segundo cálculo da D&D: ActivoBank/Millennium bcp, Banco Best, Banco Espírito Santo, Banif Mais, BPN Crédito, Deutsche Bank, Santander Totta.

- Foram analisados 15 produtos, nove excedem as taxas.

fonte: economico.sapo



publicado por adm às 22:58
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