Terça-feira, 12 de Novembro de 2013
660 mil famílias não conseguiram pagar empréstimos à banca

As famílias que não estão a conseguir pagar os empréstimos diminuíram em setembro, apesar de ainda serem 658.900, mas está a aumentar o número daquelas que têm dificuldades em pagar o crédito à habitação.

De acordo com as contas feitas pela Lusa a partir dos dados do Banco de Portugal, no fim de setembro, havia 658.900 famílias com prestações dos empréstimos em atraso. Este valor significa uma redução do número de famílias em incumprimento de cerca de  30 mil face às 687.400 que estavam em falta para com o banco no final de junho.

A diferença é ainda maior se for feita a comparação de setembro deste ano com setembro do ano passado, quando eram mais de 690 mil as famílias com empréstimos em incumprimento.

Apesar da queda do número de famílias em incumprimento entre junho e janeiro, já naquelas que têm empréstimos à habitação houve um aumento. No final de setembro, havia cerca de 148.500 famílias com prestações do crédito à habitação em atraso, acima das 147 mil de junho.

Dentro das famílias, os créditos à habitação são aqueles em que há maiores montantes envolvidos, o que tem contribuído para as elevadas imparidades (perdas) registadas pelos bancos. Os créditos ao consumo e para outros fins, de menor valor, geralmente, destinam-se à compra de automóvel, eletrodomésticos, financiamento para férias ou propinas, por exemplo.

Estes valores foram obtidos através do cruzamento entre o número de devedores com empréstimo concedidos (número de pessoas) e a percentagem de devedores com crédito vencido.



fonte: http://expresso.sapo.pt


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Quinta-feira, 8 de Agosto de 2013
Famílias não conseguem pagar créditos abaixo de mil euros

O número de famílias em incumprimento caiu no último trimestre, mas tornou-se mais difícil cumprir montantes reduzidos.

No segundo trimestre de 2013, o número de famílias em situação de incumprimento caiu pela primeira vez no ano. De acordo com dados estatísticos divulgados ontem pelo Banco de Portugal, no final de Junho 687,4 mil famílias não conseguiam pagar os seus empréstimos há mais de três meses, abaixo das 691,9 que se verificava no primeiro trimestre. Isto significa que entre Abril e Junho, 4.454 clientes particulares conseguiram regularizar os seus créditos.

A redução do número de famílias em incumprimento ocorreu tanto no crédito à habitação como no crédito ao consumo. Mas a redução foi notória sobretudo no crédito à habitação, sendo que 809 do total de 147 mil famílias que estavam em incumprimento no final do primeiro trimestre conseguiram regularizar o seu crédito à habitação até ao final de Junho. No caso do crédito ao consumo, apesar de 1.203 famílias também terem deixado de estar em situação de incumprimento no segundo trimestre, este número representa uma parcela muito menos significativa face ao total de 630,8 mil famílias que, no final do primeiro trimestre não conseguiam pagar o crédito ao consumo.

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Terça-feira, 9 de Julho de 2013
Malparado continua a subir e ultrapassa já os 17 mil milhões

São já mais de 17 mil milhões de euros os montantes que os bancos têm inscritos na rubrica dos créditos de cobrança duvidosa, que atingiram, em maio, no máximo histórico, e corresponderam a cerca de 7,2% do total dos empréstimos concedidos. Os dados são do Banco de Portugal e referem-se ao mês de maio, quando os créditos às empresas e famílias ultrapassavam os 285 mil milhões de euros.

São as empresas as maiores responsáveis pelo malparado: 11,825 mil milhões de euros, que correspondem a cerca de 11,3% do total dos financiamentos concedidos. Já no caso das famílias, onde as cobranças duvidosas ascendem a 5,179 mil milhões de euros, é o crédito à habitação que tem maior peso nos empréstimos em atraso: são 2,322 mil milhões de euros.

Quanto às empresas, o malparado é liderado pela construção, com 4,286 mil milhões de euros, seguido das atividades imobiliárias, com 2,287 milhões, e do comércio com 1,774 mil milhões. Agravamento substancial do malparado teve o sector do alojamento, restauração e similares que, em dezembro último totalizava 430 milhões e agora já vai nos 537 milhões.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E



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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2013
Mais de 120 mil famílias não conseguem pagar créditos inferiores a mil euros

A dimensão social destes números levou o regulador e os partidos políticos a intervirem.

No final de 2012 existiam 678.453 famílias portuguesas com créditos em incumprimento, de acordo com os dados ontem divulgados pelo Banco de Portugal. A larga maioria entra na "lista negra" devido a dívidas vencidas no crédito ao consumo, onde existem mesmo mais de 121 mil casos de clientes que não conseguem pagar créditos inferiores a mil euros. Aliás, se observados os créditos inferiores a cinco mil euros, então o número total de famílias que não conseguem pagar estes empréstimos sobe para os 253 mil clientes.


Face ao final de 2011, existem apenas mais 7.853 famílias em incumprimento, o que compara com um acréscimo de 34.633 e 28.002 casos em 2011 e 2010, respectivamente. À primeira vista os números parecem positivos. No entanto, não é possível perceber através destes dados qual o peso da execução de garantias - como por exemplo, dações de imóveis em pagamento - ou da intervenção de fiadores, neste menor aumento no total de famílias em incumprimento. Além disso, também o universo de famílias com créditos concedidos é bastante diferente face há um ano, com menos 100 mil famílias detentoras de empréstimos no final de 2012.

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Segunda-feira, 8 de Outubro de 2012
Recorde: malparado já vai em 15,6 mil milhões

Crédito de cobrança duvidosa renova máximos tanto nos empréstimos às famílias como às empresas

A onda é cada vez mais gigante e mostra o sufoco em que se encontram famílias e empresas em clima de austeridade. O crédito malparado bateu os 15,6 mil milhões de euros, em agosto.

Os dados do Banco de Portugal que foram divulgados esta segunda-feira mostram que o crédito de cobrança duvidosa bateu novos máximos tanto nos empréstimos às famílias como às empresas.

Empresas: 10.546 milhões de euros 

O principal problema está mesmo nestas últimas, com o malparado a chegar aos 10.546 milhões de euros em agosto, o valor mais elevado desde que o BdP disponibiliza dados (1997), nota a Lusa.

Face ao total de crédito concedido às empresas em agosto (108.515 milhões de euros), o malparado representa 9,81% do total.

O valor do malparado nas empresas significa mais 55% do que os 6.879 milhões registados no final do ano e mais 64% do que no mesmo mês de 2011.

Famílias: 4.977 milhões de euros

Quanto aos particulares, a cobrança duvidosa fixou-se nos 4.977 milhões de euros, mais 6,48% do que o registado no início do ano e mais 10,18% face ao mesmo mês do ano passado.

O malparado nos particulares representa 3,66% dos 136.017 milhões de stock de crédito em agosto.

Por destinos de crédito, na habitação o malparado subiu para 2.186 milhões em agosto, no consumo para 1.567 milhões e nos empréstimos para outros fins 1.224 milhões.

Apesar de a cobrança duvidosa ser maior, em valores absolutos, nos empréstimos à habitação, este representa apenas 1,96% do total concedido para este fim.

Os empréstimos destinados ao consumo são os mais penalizados no malparado, com 11,40%, seguido de outros fins com 10,88%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt



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Quarta-feira, 3 de Outubro de 2012
Sobre-endividados que recorrem à Deco vivem apenas com 4% do ordenado

Os sobre-endividados que recorreram à DECO, em Setembro, estão a viver com apenas 4% do ordenado, usando os restantes 96% do rendimento para pagar créditos, segundo dados da associação.

A taxa de esforço média dos consumidores que pediram em Setembro ajuda à Associação para a Defesa do Consumidor (Deco) foi de 95,52%, tendo o crédito pessoal e o crédito à habitação o maior peso na carteira, de 42,81% e 40,81% respectivamente, seguindo-se o crédito automóvel com 20,25%, revela o boletim estatístico de Setembro de 2012 do Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado (GAS) da DECO. Isto significa que os consumidores apenas têm os restantes 4,48% para viver.

"As famílias têm taxas de esforço muito elevadas quando nos pedem ajuda. O crédito à habitação é um problema mas não é o único, pois enquanto existe um crédito à habitação, as pessoas têm em regra seis créditos pessoais, que são muito mais caros e de curto prazo", disse
à Lusa a coordenadora do GAS, Natália Nunes.

De acordo com a responsável, esta foi a primeira vez que a DECO fez o tratamento estatístico das taxas de esforço das famílias.

Quanto aos valores totais em dívida por tipo de crédito, destaca-se a habitação representando 70,6%, seguida pelo crédito automóvel com 11,8%. Em terceiro lugar encontra-se o crédito pessoal (11,5%) e o cartão de crédito (6,2%).

Aquando do pedido de intervenção verificou-se ainda que 52% do crédito estava regularizado, encontrando-se os remanescentes 48% em incumprimento, ao contrário do que se verificava anteriormente.

Uma situação que Natália Nunes espera "que se torne uma tendência" e que mostra que as pessoas estão a cumprir os créditos.

Natália Nunes adiantou também que, em Setembro, o número de pedidos das famílias de informações sobre o GAS e as possibilidades de reestruturação registou "uma grande subida", o que mostra que são famílias que já estão a ter algumas dificuldades e querem actuar preventivamente.

No mesmo mês, chegaram à Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor 434 processos de sobre-endividamento, menos 113 que no mês anterior.

Ao todo, de janeiro a 30 de setembro, chegaram à DECO 4.010 processos, o que compara com os 3.238 recebidos em 2011 e os 2.139 em 2010. Em 2000 o número rondava os 152 processos.

O desemprego voltou em Setembro a ser principal razão do sobre-endividamento, representando 35% dos casos enviados à DECO.

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Terça-feira, 28 de Agosto de 2012
PME portuguesas entre as que mais pedem crédito à banca na Europa

As pequenas e médias empresas (PME) portuguesas estão entre as que mais pediram crédito à banca na Europa entre setembro e março e são as campeãs dos pedidos de pagamento a descoberto. A análise do Banco da Irlanda aponta para um crescimento de 17,9% dos pedidos de crédito de empresas portuguesas, numa lista que inclui 11 países e na qual apenas a Holanda (-7,9%) e a Áustria (- 5,7%) reduziram os pedidos de financiamento naquele período – a média fixa-se nos 10,2%. Apenas as companhias italianas e as gregas – que lideram o ranking, com um crescimento de 24,6% e de 26,5%, respetivamente – pediram mais crédito do que as nossas PME.

Veja aqui o estudo completo

Quanto a pedidos de descoberto (permissão para realizar pagamentos sem ter dinheiro suficiente na conta), Portugal é mesmo líder da tabela, com um crescimento de 36,4% entre setembro do ano passado e março de 2012. Ainda assim, as pequenas e médias empresas italianas estão bem próximas das nossas, com um aumento de 36,1. Acima da média de 18,7%, ficam ainda a Grécia (27,2%), a Irlanda (24,8%) e Espanha (21,4%).

Com metas europeias para cumprir e receios de ver aumentar o incumprimento nas suas contas, a banca também empresta cada vez menos dinheiro às PME, mostra o mesmo relatório. Entre setembro de 2011 e março deste ano, só nas instituições da Alemanha, Áustria, França, Holanda e Portugal se verificou uma redução dos pedidos de crédito rejeitados. A banca portuguesa recusou 14,4% de pedidos de financiamento em março (seis meses antes rejeitara 19,4%), com a média dos países analisados a mostrar uma tendência crescente de recusas (11,9% em março; 11,6% em setembro do ano passado). Na Grécia o número de rejeições da banca quase duplicou naqueles seis meses, passando de 26,3% para 41,6%, o número mais alto da tabela.

O estudo analisou as PME de Áustria, Alemanha, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália e Portugal.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E



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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2012
Banca aperta torneira do crédito para todos

Empréstimos às empresas caem há nove meses consecutivos: construção e comércio penalizados

Os bancos voltaram a conceder menos crédito às famílias em junho e as empresas também não escaparam, segundo os dados divulgados esta quarta-feira pelo Banco de Portugal.

Os empréstimos a particulares estão a cair há já quatro meses consecutivos e, em junho, sofreram uma redução de 458 milhões de euros para um total de 137.063 milhões de euros.

Em concreto, no financiamento para compra de casa assistiu-se a uma redução de 261 milhões de euros nos empréstimos concedidos, para 111.780 milhões de euros.

No crédito ao consumo, a descida foi de 111 milhões para 13.998 milhões de euros e nos empréstimos para outros finsverificou-se um recuo de 86 milhões de euros, para um total de 11.285 milhões de euros.

Empresas: crédito cai há nove meses

O Banco de Portugal revela que a torneira do crédito está cada vez mais apertada para as empresas, que sufocam por falta de financiamento da banca. 

Os empréstimos concedidos estão a cair há nove meses consecutivos: baixaram uns consideráveis 642 milhões de euros para 110.095 milhões. 

Só no crédito até 1 ano é que se verificou um aumento, de 491 milhões de euros, para 31.764 milhões.

Já nos empréstimos entre um e cinco anos baixaram 328 milhões para 23.049 milhões de euros. 

Em maturidades superiores a cinco anos, a redução é ainda mais substancial, de 805 milhões de euros para 55.282 milhões.

Uma nota importante: o crédito destinado à construção, um setor que vê a crise agravar-se de dia para dia, caiu 350 milhões de euros, para um total de 22.068 milhões; também o comércio viu o financiamento baixar, embora menos - 134 milhões, para 13.553 milhões de euros. 

O Banco de Portugal divulgou ainda que o malparado voltou a cair, pelo segundo mês, entre as famílias. Já nas empresas aumentou para um novo recorde. 

fonte:_http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



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Banca: crédito ao consumo em queda há quase ano e meio

O crédito ao consumo concedido pela banca portuguesa reduziu-se novamente em junho, e está em quebra há quase ano e meio, segundo dados divulgados esta quarta-feira pelo Banco de Portugal (BdP).

No boletim estatístico do supervisor verifica-se que, em junho, o crédito ao consumo encolheu 9% relativamente ao mesmo mês do ano anterior. Desde fevereiro do ano passado que todos os meses este segmento da atividade da banca tem registado diminuições.

O crédito a particulares em geral continua a cair, mas a redução geral foi 3,1 por cento em junho, muito menos acentuada que no consumo.

A Lusa acrescenta que o crédito ao consumo representa atualmente pouco mais de dez por cento do total do crédito aos particulares. O grosso (81,6%) continua a ser o crédito a habitação.

Mais de um décimo do crédito ao consumo é considerado de cobrança duvidosa pelos bancos. Em junho, em 13.998 milhões de euros de crédito ao consumo, 1.520 milhões eram considerados malparados - mesmo assim, uma ligeira redução face aos 1.545 milhões que se registavam no mês anterior.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



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Segunda-feira, 13 de Agosto de 2012
Construção e habitação são responsáveis por 52% do malparado

Crédito à habitação, construção e actividades imobiliárias têm 7,5 mil milhões de euros em crédito malparado: 52% do total em Portugal.

O montante do malparado não pára de subir para valores recorde em Portugal. No final de Junho, os bancos tinham em carteira 14,37 mil milhões de euros de crédito com cobrança duvidosa, segundo dados do Banco de Portugal. Este valor corresponde a 5,82% do total de financiamento concedido às famílias e empresas portuguesas. Contudo, apesar do malparado atingir de forma transversal a generalidade dos sectores da economia, alguns são mais afectados por essa realidade. Mais de metade do crédito que está actualmente em incumprimento diz respeito à área da construção e do imobiliário. De acordo com a base de dados do Banco de Portugal, só o crédito à habitação, do lado dos particulares, e os sector da construção e das actividades imobiliárias, do lado das empresas, têm conjuntamente, 7,49 mil milhões de euros em incumprimento, o que equivale a 52,1% do total de crédito com cobrança duvidosa existente em Portugal.

Estes números não surpreendem um analista que acompanha o sector da banca contactado pelo Diário Económico. "Tendo em conta que o peso destas três áreas no total de crédito concedido em Portugal é bastante elevado, é normal que mais de metade do crédito malparado também seja proveniente destas vias", refere. Recorde-se que, do total de 247,2 mil milhões de euros de empréstimos concedidos aos particulares e às empresas no final de Junho, quase 112 mil milhões de euros estavam alocados às famílias com crédito à habitação, mais de 22 mil milhões de euros diziam respeito a crédito ao sector da construção e cerca de 15,1 mil milhões de euros estavam alocados ao sector das actividades imobiliárias. Somado, isto equivale a 60% do total de crédito concedido.

fonte:http://economico.sapo.pt/n



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