Quarta-feira, 27 de Julho de 2011
10 dicas para fintar comissões bancárias

Os serviços bancários implicam custos: comissões bancárias, taxas, entre outros nomes significam alguns euros a menos na conta. Para conseguir reduzir ou eliminar alguns desses custos ficam as sugestões.  

1 - Banca ‘on-line’: As operações através da banca electrónica são, por norma, mais baratas do que se feitas ao balcão ou através da banca telefónica. Em alguns casos, as operações através da Internet são mesmo gratuitas.  

2 - Conta ordenado: Uma das vantagens é que, neste tipo de solução – em que o ordenado é depositado na mesma conta todos os meses – é a não cobrança de comissão de gestão de conta.  

3 - Conta especial: Estudantes, jovens, pensionistas ou emigrantes. Quase todos podem ter contas especiais com vantagens e encargos diferentes. Em muitos casos, os custos são bastante inferiores aos das outras contas comuns.  

4 - Multibanco: As operações realizadas através das caixas automáticas têm encargos mais leves do que as operações realizadas ao balcão do banco. Em alguns casos são mesmo gratuitas.  

5 - Bancos “virtuais”: Estes bancos, por não terem balcões físicos, conseguem poupar nos custos e oferecer melhores preços. São ideais para quem lida bem com novas tecnologias.  

6 - Cheques: Requisitar um livro de cheques através da Internet ou nas caixas automáticas próprias do banco permite uma poupança ainda considerável.  

7 - Transferências: Também nestes casos a Internet é o melhor local para realizar estas operações. Alguns bancos não cobram qualquer custo pela realização das transferências ‘on-line’.  

8 - Extracto bancário: Se costuma consultar muitas vezes os movimentos da sua conta, o melhor é ir arquivando, uma vez que pedir uma segunda via no balcão sai caro. Na Internet, pode sempre consultar sem custos.  

9 - Cartões sem anuidade: Verifique todas as propostas do banco e talvez encontre um cartão com uma anuidade reduzida ou mesmo nula.  

10 - Consolidar: Ao ter os produtos todos no mesmo banco, em princípio, pagará menos pelos serviços, além de o banco oferecer melhores taxas no crédito.  

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



publicado por adm às 22:32
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Domingo, 19 de Junho de 2011
Compensa alargar o prazo do empréstimo?

É fácil ir ao banco e pedir para alargar o prazo do seu empréstimo de 20 para 30 anos. As restantes condições mantêm-se e, aparentemente a única diferença é que passa a pagar menos de prestação mensal, ficando, em contrapartida, a pagar o empréstimo por mais 10 anos. Nada de especial para quem já tinha uma dívida de 20 anos, pensa você. Mas, na realidade, não é bem assim. 

É verdade que a prestação mensal desce, mas está a pagar juros durante mais 10 anos, o que agrava sobremaneira a conta final do dinheiro pago ao banco. Quanto irá pagar no total por um crédito à habitação de, por exemplo, 150 mil euros? 

O exemplo é de um empréstimo de 100 mil euros (Euribor a 1%, acrescida de um "spread" de 2%, e isto partindo do princípio que a taxa se mantinha inalterada). Apesar de a prestação mensal e o encargo anual diminuírem, no final do empréstimo, ao alargar o prazo para 30 anos, acabou por pagar mais de 18 mil euros do que se tivesse pago o crédito à habitação em 20 anos.

Vantagens: Permite-lhe um alívio na prestação mensal do crédito, dando-lhe mais alguma folga no orçamento familiar.

Desvantagens: No final acaba por pagar mais pelo empréstimo, uma vez que estará a pagar juros durante mais tempo.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/ 



publicado por adm às 21:01
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Domingo, 4 de Julho de 2010
Terminou o crédito fácil e barato em Portugal

O líder da Associação Portuguesa de Bancos (APB), António de Sousa, veio ontem repetir o que a maior parte dos banqueiros portugueses já deixou claro: "As empresas vão ter de se habituar... Acabou o crédito fácil e barato".

 

Habitualmente parco em palavras, António de Sousa afirmou, em entrevista à Lusa, que 'não fazem sentido spreads de 0,25% ou 0,35%', um cenário que nos últimos anos só foi possível porque o mercado estava 'distorcido'. O líder dos banqueiros não tem dúvidas de que 'essa situação de crédito fácil e barato vai desaparecer', sublinhando que 'as empresas vão ter de voltar àquilo que sempre existiu', ou seja, ao panorama que existia antes de o mercado se ter tornado 'irracional'.

 

No entender do presidente da APB, perante o cenário de dificuldades que se avizinha, as empresas portuguesas deverão aumentar os capitais próprios, porque têm 'os níveis de capitalização mais baixos em todo o panorama europeu'.

Sobre a solidez da Banca portuguesa, António de Sousa fez questão de sublinhar que o sector 'está de boa saúde' e desvalorizou a necessidade de financiamento das instituições financeiras do País junto do Banco Central Europeu.

 

'Fala-se muito de Portugal, mas isso não é, neste momento, uma situação específica de Portugal. O montante que Portugal está a ir buscar ao BCE, em percentagem do PIB, é inferior aos de vários outros países. É uma situação que não é desejável, mas não é muito extraordinária', garantiu.

Fonte:www.cmjornal.xl.pt



publicado por adm às 12:12
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Créditos Pessoais agumas noções basicas essenciais...

Todos podemos necessitar de fazer um credito pessoal, hoje em dia os creditos pessoais são facilitados por muitas instituições de financiamento que cobram juros, por vezes excessivamente altos, mas que são uma possibilidade para resolver certos problemas, que se não fosse desta forma, dificilmente se resolveriam. Estes créditos podem ser creditos online, ou creditos por telefone, ou até ao balcão de uma instituição de crédito. Muitas pessoas optam por fazer o credito pessoal no banco onde já têm conta bancária, ou têm o empréstimo á habitação, por uma questão de comodidade e segurança, pois assim podem tratar de vários assuntos no mesmo sitio, não têm que andar a abrir novas contas (e por vezes a pagar comissões de abertura de processo) e já têm alguma confiança no seu banco, assim sendo conseguindo realizar esta operação com mais tranquilidade.

O destino destes créditos pode ser muito variado: viagens, férias, compra de móveis obras em casa, computadores, etc... Normalmente não é necessário estar a explicar para que queremos o dinheiro, sendo algumas instituições(como os bancos) mais exigentes neste aspecto, por vezes pedindo até comprovativos. Por norma para casos mais urgentes o melhor é fazer um credito pessoal online sem ser num banco, pois são os mais rápidos e os que pedem menos dados. Se tivermos menos pressa e quisermos uma taxa mais baixa, que trás consigo algumas burocracias e um prazo de aprovação mais alargado, então a opção mais viável será mesmo ao balcão de um banco.

Os Perigos dos Créditos Pessoais

 

Tenha sempre em mente que este tipo de créditos têm características muito especificas, apesar de alguns já emprestarem até vinte mil euros, a maioria está limitada a pequenas quantias e trazem sempre a tal taxa de juro bastante elevada associada.


São bastante fáceis de contrair e rápidos, mas isto pode ser perigoso quando usado de uma forma impulsiva. Isto tem dado origem aos chamados "novos pobres" de Portugal: Pessoas que apesar de terem bons rendimentos mensais, gastam muito mais do que ganham e não conseguem adaptar-se a um estilo de vida mais comedido, sucedem-se créditos atrás de créditos até ao dia em que se perde tudo e se declara bancarrota.


É preciso criar protecção contra estas publicidades agressivas com que lidamos diariamente, que nos fazem acreditar que precisamos de comprar todos os produtos que estão na berra, e só assim poderemos ser felizes, e para comprar esses produtos, se não tivermos dinheiro, eles emprestam. Muitas vezes, estes produtos trazem uma felicidade efémera, e um sôfrego interminável, devido ao pagamento do crédito pessoal. Reflicta nisto, na próxima vez que estiver inquietado por um impulso consumista e a um passo de contrair mais um credito rapido.

 

Como escolher um credito pessoal

 

Como deve saber, não deve ser preguiçoso na sua averiguação do melhor credito pessoal. É da saúde das suas finanças que estamos a falar, e elas merecem um pouco da sua atenção.

 

Factores que determinam o melhor crédito pessoal

 

Antes mesmo de começar a pesquisar deve saber exactamente aquilo que procura. Muitas vezes prestações baixas podem ser traiçoeiras e você pode facilmente ser levado a escolher um crédito pessoal que lhe tornará a vida num inferno. As características seguintes são aquilo que lhe realmente interessam para uma escolha acertada:

 

 

  • A Taeg. A taxa de juro deve ser sempre a sua preocupação principal num crédito pessoal. Não se baseie nas prestações porque é pratica frequente as empresas de credito rápido oferecerem prestações baixas conseguidas através de uma longa extensão do crédito, ou seja vai pagar pouco por mês, mas durante muitos anos, e isso só o prejudicará.
  • Custos de Abertura. Nem sempre se mencionam os custos de abertura do processo de um credito pessoal, este esquecimento conveniente, em empréstimos pessoais de valor baixo pode representar uma grande percentagem do custo total do crédito, dado que estes custos têm valores fixos e podem chegar ás centenas de euros. É uma forma de se conseguir oferece uma taxa de juro mais baixa, ganhar mais clientes e recuperar o dinheiro de uma forma ortodoxa. Exija que venha discriminado na simulação qual o valor do custo de abertura do credito pessoal.
  • Subscrição de outros produtos financeiros. Para conseguir oferecer taxas de juro apelativas, alguns bancos exigem contrapartidas, então, a proposta de credito que lhe fazem é  valida apenas mediante a subscrição de produtos onde você será claramente prejudicado. A nossa atenção é desviada para a excelente taxa de juro, e acabamos por pagar o crédito num outro produto. Procure saber se o credito pessoal inclui algum seguro e se este já está incluído na prestação.
  • Apresente garantias e mais valias. Se já possuir outros produtos financeiros, como PPR´s, Depositos, Acções, são garantias bem vistas por parte da instituição de credito que podem fazer baixar um pouco a TAEG e acelerar o processo de aprovação do credito.
  • Penalizações por Amortizações Parciais. Provavelmente quererá ver-se livre deste empréstimo pessoal antes do termo oficial dele. Ao contrario do credito á habitação, no crédito pessoal as penalizações não estão limitadas por lei. Penalizações e prazos de pré-avisos são definidos pelas próprias intituições. Quanto a este factor não há muito mais coisas a explicar, certifique-se apenas que se decidir alienar o seu credito pessoal o poderá fazer em qualquer altura sem contratempos.fonte:http://creditos-online.blogs.sapo.pt/


publicado por adm às 11:45
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O que significa um crédito?

Crédito é a possibilidade de concretizar-se o "escambo" ou "troca de produtos/serviços(mercadorias)", que na economia sem dinheiro se verifica quando o crédito é explícito (faz parte do bem), seja ele produto/serviço em determinado mercado. O dinheiro portanto é o crédito, representado de forma concreta pela moeda, que seria a possibilidade concreta da troca ou investimento, independente dos insumos desse, que os caracterizam, dai a necessidade do contador, de introduzir-se o conceito de "partidas dobradas", nos levantamentos da Contabilidade, de quem inicialmente já introduziu o "conceito de dinheiro.

 

Com a introdução da moeda, com curso força do foi Dario, por isso denominado o Grande; sendo o "Credor", toda pessoa titular de um "crédito" de um "dinheiro" ou "moeda"(primeiro instrumento da econometria de medidas); ou, o que tem o haver de outrem uma certa importância em "espécie", ou algo de valor reconhecido como "soberania - do - povo" ou "soberania - real ou - imperial". "Não é por acaso que do lado da "coroa", de uma moeda exista a figura daquele que dá o "Império" ou força à moeda ou "crédito propriamente dito" e no verso a "cara" ou o "caro", "o dinheiro, com o valor, da moeda, o que lhe dá a característica de dinheiro, protegido pela lei(pela "coroa"), o "crédito" possui a "faculdade" de exigir do devedor o cumprimento da obrigação ou o pagamento da obrigação assumida pelo crédito; quando então o cumprimento deste, se torna exigível, isto é, se vencido. é resgatado ou cumprido pelo devedor.

 

A inflação costuma tirar o valor ou crédito a moeda, reduzindo esse "crédito" tornando sem valor o dinheiro e sua parte concreta que é a moeda, tornando essa "moeda" uma "peça" de museu, lembrança dos tempos "áureos", de boa "administração" das finanças em uma economia, em que era mantido o "crédito", valor ou necessidade moral humana, no sentido e serviço de facilitar a "troca de mercadorias ou "escambo" propriamente dito"

 

Crédito é a confiança de atributos positivos (dinheiro, valor moral, conhecimentos humanos, etc..) de uma pessoa (por outra pessoa ou grupo de pessoas). Crédito demonstra a confiabilidade que uma pessoa tem por outra, em um determinado assunto.

Em finanças, crédito é a capacidade prevista que uma pessoa tem de retornar um investimento (empréstimo, financiamento) sobre ele. Aquele que empresta dinheiro a um indivíduo ou a uma instituição se chama credor.

fonte:http://pt.wikipedia.org



publicado por adm às 11:36
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