Domingo, 9 de Outubro de 2016
Bancos encolhem "spreads" na luta pelo crédito à habitação

Margem de lucro da banca baixa e torna empréstimos mais baratos.

Os bancos voltaram a abrir as portas de casa aos portugueses. Os números ainda estão longe dos valores praticados antes de o furacão da crise ter varrido o mercado imobiliário, mas hoje já é possível ir a um banco pedir um crédito à habitação e sair de lá com um spread inferior a 2%. Por exemplo, para um imóvel de 150 mil euros a 30 anos, os bancos só emprestam normalmente 80%, isto é 120 mil euros. Para esse valor, a Deco encontra spreads de 1,25%.

A última instituição financeira a cortar a margem de lucro foi o Banco BIC, que reduziu o spread mínimo de 2,10% para 1,65%. Os bancos reconhecem que o mercado voltou a mexer, e não querem ficar para trás na corrida.

Contactado pelo JN/Dinheiro Vivo, o Banco BIC reconhece que "as restrições financeiras condicionaram o acesso à aquisição de habitação própria, mas ultimamente o mercado tem vindo a revelar-se mais dinâmico". A instituição confirma que estudou "os dados mais recentes do comportamento dos clientes e da concorrência" para chegar "a um dos spreads mais baixos do mercado".

Bankinter chegou e agitou

Antes do BIC, já o Bankinter tinha subido a fasquia da competição. O banco, que comprou no início do ano o negócio comercial do Barclays em Portugal, detém a margem mínima de financiamento mais baixa do mercado, com 1,25%. "O Bankinter anunciou logo no início da sua operação em Portugal que pretendia ser um parceiro da economia nacional e apoiar as empresas e as famílias portuguesas. A descida do spread no crédito habitação é uma demonstração clara desse apoio", sublinham os responsáveis da instituição.

Entre os líderes do mercado nacional, a competição está ao rubro. Em agosto, o Montepio anunciou um corte da margem de lucro, então superior a 2%, para 1,55%, que concorre quase diretamente com o spread de 1,5% praticado pelo Santander Totta desde junho. A CGD e o BCP também lutam pelo pódio, com um spread mínimo de 1,75%.

As campanhas surgem umas atrás das outras, mas devemos mesmo agarrá-las? Sim, mas com cautela, aconselham os especialistas. Por um lado, é preciso ter em atenção que um spread mínimo nunca virá sem contrapartidas, como a subscrição de cartões de débito e de crédito do banco, seguros de vida ou domiciliações de pagamentos, segundo as simulações feitas pelo JN/Dinheiro Vivo.

E há outros riscos a ter em conta. "Os juros associados ao crédito à habitação estão a atingir mínimos históricos, logo o custo de recorrer a financiamento bancário para compra de habitação é mais baixo do que nos últimos anos. Mas não podemos esquecer que um contrato dura normalmente 20 a 30 anos e neste período as taxas de juro podem sofrer alterações muito significativas. Basta recordar que em 2008 a média da Euribor a 6 meses era superior a 5%, avisa Nuno Rico, economista da Deco.

Euribor negativa

Com a Euribor a registar níveis negativos em todos os prazos utilizados no crédito à habitação, a associação aconselha os futuros proprietários a optar por uma taxa de juro variável nos novos contratos. "A atual oferta de taxa fixa é mais cara. Apenas poderia ser interessante para prazos mais longos ou pela totalidade do financiamento, mas as propostas oferecidas pelos bancos, além de escassas são muito mais caras do que a opção de taxa variável", explica o economista da Deco.

Para o especialista, é pouco provável que os spreads venham a baixar para os níveis registados antes da crise, quando a média não ultrapassava os 0,5%. Nas condições atuais do mercado, sublinha a Deco, uma margem a rondar os 2% já é um sinal de boas vindas.



fonte: http://www.jn.pt/e



publicado por adm às 19:59
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Domingo, 5 de Fevereiro de 2012
Bancos esperam agravar "spreads" e conceder menos crédito às famílias
Instituições financeiras continuam a agravar as condições de concessão de crédito aos particulares e esperam nova redução na procura no primeiro trimestre do ano.
Os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal mostram a continuação da tendência que marcou o mercado de crédito em Portugal no ano passado: Para as empresas e famílias as condições de acesso ao crédito estão cada vez mais difíceis e a procura está também a diminuir.

O inquérito a cinco bancos portugueses sobre o mercado de crédito, realizado pelo Banco de Portugal, mostra que “os critérios de concessão de empréstimos ao sector privado não financeiro tornaram-se mais restritivos no decurso do quarto trimestre de 2011”, sendo que o agravamento “foi mais acentuado no caso dos empréstimos ou linhas de crédito a empresas, do que no caso dos empréstimos a particulares para habitação ou para consumo e outros fins”.

A tendência foi de agravamento ao longo de todo o ano passado e deverá continuar no arranque de 2012. Segundo os resultados do mesmo inquérito, “os bancos inquiridos perspectivam, em média, a aplicação de critérios mais restritivos na concessão de empréstimos a empresas e particulares”.

No caso dos empréstimos às famílias para compra de habitação, três dos bancos inquiridos antecipam um aumento das restrições na concessão de crédito para aquisição de habitação, sendo que os restantes bancos não esperam alterações.

No último trimestre de 2011 o agravamento das condições traduziu-se sobretudo na aplicação de spreads mais elevados, sendo que os bancos estão também a impor condições contratuais mais gravosas, como um rácio mais reduzido entre o valor do empréstimo e o valor do imóvel, prazos de pagamento mais apertados e comissões mais elevadas.

A subida dos “spreads” levou muitos bancos a exigirem já “spreads” acima de 5% nos empréstimos de maior risco, de modo a reflectirem o agravamento dos seus próprios custos de financiamento, uma vez que o mercado internacional continua fechado para os bancos portugueses. Os “spreads” médios, no final do ano passado, situavam-se em redor dos 3%.

A “deterioração das expectativas associadas à actividade económica em geral e ao mercado imobiliário terão contribuído para a adopção de uma política de concessão de crédito mais exigente”, explica o Banco de Portugal.

No crédito ao consumo, onde o nível de risco é superior, os bancos também assumem que estão a aumentar os “spreads” e que essa tendência vai permanecer no primeiro trimestre deste ano.

Procura desce

Além dos bancos estarem a exigir condições mais apertadas para emprestar dinheiro às famílias, estas estão também a reduzir a procura de crédito junto das instituições financeiras.

Todos os bancos inquiridos reportaram ao Banco de Portugal uma diminuição da procura de empréstimos para aquisição de habitação, durante ao quarto trimestre, sendo dois dos bancos falam mesmo de “redução considerável”. 

Esta quebra, que deverá prosseguir no primeiro trimestre do ano, é justificada pela “deterioração das perspectivas para o mercado de habitação, diminuição da confiança dos consumidores e o aumento das despesas de consumo não relacionadas com aquisição de habitação”.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/h


publicado por adm às 22:49
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Sexta-feira, 29 de Abril de 2011
Crédito: bancos só podem associar produtos sem risco

Na hora de negociar o spread do contrato de crédito à habitação, as instituições não podem impingir qualquer coisa

 

O Banco de Portugal (BdP) decidiu impor limites aos produtos que os bancos podem vender aos clientes, associados aos contratos de crédito, nomeadamente crédito à habitação, quando negoceiam spreads mais baixos.

«As instituições de crédito têm vindo a recorrer de forma crescente à comercialização conjunta de produtos e serviços financeiros, associando um determinado produto base, como o crédito à habitação ou o crédito aos consumidores, a outros produtos financeiros, nomeadamente outros créditos, depósitos, seguros ou produtos de investimento», admite o BdP num comunicado.

O regulador explica ainda que ambas as partes têm algo a ganhar com este negócio das vendas conjuntas: as instituições de crédito obtêm economias de escala na comercialização de vários produtos e promovem a fidelização dos clientes. Estes, por seu lado, também podem retirar vantagens do «cabaz», obtendo, em geral, como contrapartida, uma redução de custos reflectida no produto base. A venda associada de produtos é muitas vezes proporcionada pela complementaridade entre produtos, como é o caso, por exemplo, da venda de um crédito em simultâneo com um seguro, sempre que este é exigido como garantia pela instituição de crédito.

Neste contexto, a legislação nacional permite a venda associada de produtos e serviços financeiros, «desde que por opção voluntária do cliente bancário» e apenas se estes forem também comercializados autonomamente pela instituição de crédito.

O Banco de Portugal tem fiscalizado esta prática, ponderando eventuais riscos incorridos pelo cliente na aquisição conjunta de produtos, e considera que algumas práticas podem envolver maiores riscos para os clientes.

Uma delas, diz, «é a venda de produtos bancários de retalho associados a aplicações financeiras sem garantia de capital a todo o tempo». 

O Banco de Portugal concluiu que «os deveres de informação e transparência não são, nalguns casos, suficientes para garantir uma adequação entre os riscos de determinados produtos vendidos conjuntamente e o perfil dos clientes que os adquirem», e que «o cliente tende a centrar se nas vantagens obtidas no produto base e a não avaliar devidamente os riscos dos produtos associados».

Para evitar que os clientes subscrevam produtos de risco sem se aperceberem inteiramente do que estão a fazer, o Banco de Portugal considera que, no âmbito das vendas associadas facultativas, as instituições de crédito não devem comercializar créditos ou depósitos com aplicações sem garantia de capital.

O regulador enviou já uma carta-circular às instituições de crédito, transmitindo que «apenas considera como boa prática a comercialização conjunta de créditos ou depósitos com outros produtos ou serviços financeiros que se enquadrem num dos seguintes tipos: depósitos bancários; produtos de poupança com capital garantido a todo o tempo; contratos de seguro com capital garantido a todo o tempo; crédito à habitação ou aos consumidores; serviços de domiciliação de pagamentos periódicos (por exemplo, débitos directos, transferências); ou cartões de crédito, cartões de débito e outros instrumentos de pagamento».

O Banco de Portugal entendeu ainda reforçar os deveres de informação, estabelecendo que, sempre que ocorram vendas associadas facultativas, as instituições de crédito devem informar os clientes sobre os benefícios dessa contratação conjunta e o impacto de eventuais alterações à composição do cabaz ao longo da vida do contrato.

Esta informação deve ser incluída não só na Ficha de Informação Normalizada (FIN) a entregar ao cliente antes da contratação, mas também nos termos do próprio contrato, e reflectir devidamente estes efeitos, designadamente quanto à redução de custo do empréstimo e ao seu eventual aumento se, mais tarde, o cliente vier a desistir desse(s) produto(s) ou serviço(s) financeiro(s).

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



publicado por adm às 22:53
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Domingo, 21 de Novembro de 2010
Subida de 'spread' na CGD

Nuno Sena tem um crédito à habitação na Caixa Geral de Depósitos (CGD), na agência de Colos, no Alentejo, tendo recebido uma carta da direcção de financiamento imobiliário a informar que o spread iria passar de 0,3% para 3%, na sequência da anulação do seguro multirriscos associado.

Acontece que o seguro não foi efectivamente anulado e o seu débito anual foi realizado, tratando-se de um erro da CGD. Nuno Sena já contactou várias vezes com o banco, pessoal e telefonicamente, não evitando, apesar da urgência que a CGD diz atribuir ao assunto, que já tivesse pago três prestações com spread de 3%. Segundo o cliente "será uma estratégia para aumentar o spread dos créditos menos vantajosos? Quando regularizar a situação, a CGD terá a rectidão de pagar juros sobre o capital que me pediu emprestado?"

Posição da Sefin

A Sefin entende que, de acordo com a legislação existente, seria de criticar a subida de spread pela razão exposta. Trata-se de uma razão inexistente, visto que o seguro multirriscos associado ao empréstimo foi pago. Por isso, é lamentável e denota total falta de qualidade de serviço e de atenção ao cliente, levar mais de três meses a corrigir a situação, obrigando o cliente a suportar um agravamento indevido do montante de juros na prestação. Se as posições se invertessem, certamente a CGD cobraria juros. A Sefin entende que o cliente tem total razão, exigindo não só a devolução do dinheiro cobrado sem razão, mas também os juros remuneratórios do dinheiro retido sem fundamento. Aconselha ainda o cliente a descrever o caso no livro de reclamações presente na agência e a remeter o caso para o Banco de Portugal.

Posição do banco

Contactado pelo DN, recebemos a seguinte resposta do banco: "O Decreto-Lei n.º 192/2009, que entrou em vigor em 1 de Outubro de 2009, veio estabelecer o prazo máximo para os bancos exigirem o cumprimento das condições de contratação acordadas que estiveram na origem da redução do spread de que o cliente beneficia na sua operação de crédito à habitação. Na situação em causa, que se encontra abrangida pelo sigilo bancário e embora não tenhamos autorização do cliente para prestar informações, aconteceu que não era correcta a informação que residia sobre o seguro multirriscos do cliente. A carta que o cliente recebeu solicitava que o mesmo se dirigisse à sua agência de contacto /gestor dedicado para que possa subscrever os produtos acima mencionados, antes da cobrança da próxima prestação. O cliente reclamou no site público a 4 de Outubro e no Banco de Portugal a 7 do mesmo mês. A situação foi regularizada pela Caixa, no dia 5 de Outubro, com data-valor, pelo que o cliente não ficou prejudicado, tendo-lhe sido comunicado por escrito em 6 de Outubro e 13 de Outubro, na sequência das respostas às referidas reclamações do site público e Banco de Portugal, respectivamente."

fonte:dn.sapo



publicado por adm às 21:41
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Sábado, 11 de Setembro de 2010
Bancos podem subir ‘spreads’ sem acordo dos clientes

O Banco de Portugal diz que a lei não proíbe que os bancos possam aumentar ‘spreads’ de forma unilateral.

 

Três semanas depois da denúncia da Deco e duas após o questionário do Governo, o Banco de Portugal diz que os bancos podem agravar os ‘spreads' e outros encargos dos contratos de crédito, se as condições de mercado o justificarem e tal possibilidade constar do contrato assinado. Para o regulador, esta cláusula "não é proibida" por Lei e terão de ser os tribunais a decidir se é abusiva.

O regulador pronunciou-se ontem, em comunicado, sobre a introdução por parte de alguns bancos de uma cláusula que lhes concede o direito a alterar unilateralmente a taxa de juros ou o montante de quaisquer outros encargos, desde que correspondam a variações de mercado e sejam comunicadas de imediato ao clientes. A denúncia partiu da Associação de Defesa do Consumidor, que considera esta nova prática abusiva. Uma leitura que também suscitou dúvidas ao Governo. O secretário de Estado da Defesa do Consumidor afirmou estar à espera da decisão do BdP para se pronunciar sobre esta matéria. Fernando Serrasqueiro chegou mesmo a enviar uma carta a questionar o BdP sobre a existência de cláusulas abusivas.

Ontem, o BdP afirmou que esta cláusula "não é proibida pelo regime jurídico das cláusulas contratuais gerais". Além disso, a entidade liderada por Carlos Costa adverte que "compete aos tribunais, nos termos da lei, a apreciação da validade desta ou outras cláusulas e não ao Banco de Portugal".

O regulador adianta ainda que não tem conhecimento de alguma instituição ter accionado a cláusula de alteração unilateral nos contratos de crédito. Mas, ainda assim, adianta que "está a preparar um conjunto de orientações sobre as boas práticas que as instituições de crédito devem acolher e seguir sempre que decidam incluir, em contratos de crédito, aquele tipo de cláusulas".

fonte:economico




publicado por adm às 22:33
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Sábado, 14 de Agosto de 2010
«Spreads» este ano voltam a subir

Os bancos voltaram a subir os «spreads» para o crédito à habitação - quarta vez este ano - mas apesar disso os pedidos de empréstimo não deixam de aumentar.

O «Diário de Notícias» revela que os dois maiores bancos portugueses, Caixa Geral de Depósitos (CGD) e Millennium BCP, agravaram outra vez os spreads aplicados aos novos empréstimos à compra de casa.

A CGD aplica agora um «spread» mínimo de 1,35 pontos percentuais, contra os anteriores 1,25 pontos. A margem máxima passa de 3,70 para 3,80 pontos, mas aos clientes com risco o «spread» pode chegar aos 4,20%.

 

Novos empréstimos crescem 26% em Junho


Quanto ao Millennium BCP, a margem inferior do crédito à habitação passou de um ponto para 1,35 pontos percentuais, mantendo o «spread» máximo nos 3,30 pontos.

Apesar do aumento do custo de novos empréstimo, o mercado dá sinais de reanimação.

Dados do Banco de Portugal indicam que, em Junho, os novos empréstimos à habitação cresceram, em valor, cerca de 26%

fonte:tvi24

 

Leia também o artigo: Para o crédito pessoal qual o melhor banco?



publicado por adm às 00:50
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Quinta-feira, 8 de Julho de 2010
Bancos voltam a subir spreads para o Crédito habitação

Na última quinzena de Junho, grande parte das instituições bancárias voltou a proceder a alterações nos preçários, para reflectir as actuais dificuldades de financiamento do sector, destaca o Diário Económico esta terça-feira.


Num cenário em que as taxas Euribor (indexante do mercado interbancário europeu) segue a subir, os portugueses enfrentam cada vez mais obstáculos até conseguirem a aprovação de um crédito à habitação.

 

De acordo com o jornal, a excepção à subida dos spreads recai na Caixa Geral de Depósitos (CGD) que, por enquanto, mantém inalterada a tabela de preços, embora o presidente Faria de Oliveira já tenha garantido que a subida está para breve.

 

O banco estatal exige 1,25% aos "bons" clientes e 4,15% para quem tem um perfil de risco mais desfavorável.

Por outro lado, os spreads mais baixos são praticados pelo BBVA e o Deutsche Bank.

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/



publicado por adm às 23:00
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